Marcelo acompanha esforço para “normalizar situação” provocada por greve de camionistas

  • Lusa
  • 16 Abril 2019

O Presidente diz que o problema laboral decorrente da greve dos motoristas de matérias perigosas é entre privados, e espera que exista diálogo para resolver a situação.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou esta terça-feira estar a acompanhar o esforço do Governo para “normalizar a situação” provocada pela greve nacional dos motoristas de matérias perigosas.

“Tenho acompanhado o esforço que está a ser feito para normalizar essa situação, independentemente depois do problema laboral, que é um problema entre privados e também do exercício do direito constitucional à greve, que espero que venha a ter um diálogo que permita também uma evolução”, disse o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas após uma viagem de elétrico em Lisboa com a sua homóloga da Estónia, que se encontra em visita de Estado a Portugal.

Marcelo Rebelo de Sousa disse acompanhar a “preocupação do Governo” e as tentativas de “estabilizar a situação”, recordando a tradição seguida por muitas famílias, que aproveitam o período da Páscoa para se deslocarem às suas terras para passar uma parte desta semana com os familiares.

O Presidente da República lembrou que muitas dessas famílias programaram a sua vida para partir na quarta ou na quinta-feira, de modo a passarem o período da Páscoa com as famílias.

A greve nacional dos motoristas de matérias perigosas, que começou às 00h00 de segunda-feira, foi convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), por tempo indeterminado,para reivindicar o reconhecimento da categoria profissional específica.

Após a requisição civil, os militares da GNR mantiveram-se de prevenção em vários pontos do país para que os camiões com combustível pudessem abastecer e sair dos parques sem afetarem a circulação rodoviária. Em Aveiras de Cima, avançou a mesma fonte, quando os camionistas de substâncias perigosas começaram a ocupar a estrada foi necessário um reforço dos elementos da Unidade de Intervenção que já estavam de prevenção no local.

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Marcelo acompanha esforço para “normalizar situação” provocada por greve de camionistas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião