Governo e universidades em roadshow para atrair lusodescendentes

  • ECO
  • 22 Abril 2019

O Governo e as universidades querem convencer os lusodescendentes a estudar em Portugal e acenam com um contingente especial que reserva 7% das vagas em todos os cursos.

O Governo e as universidades portugueses estão a realizar uma campanha de charme junto das maiores comunidades emigrantes no estrangeiro para atrair lusodescendentes para as universidades portuguesas, acenando com um contingente especial que reserva 7% das vagas em qualquer curso para quem se candidate na primeira fase, avança o Diário de Notícias (acesso condicionado) na sua edição desta segunda-feira.

Segundo o jornal, Governo, universidades e politécnicos irão tentar captar novos estudantes no Luxemburgo, França, África do Sul, Alemanha, Bélgica, Estado Unidos e Suíça. Para tentar convencer os jovens lusodescendentes, o Executivo e as universidades tentam promover a ligação emocional ao país, mas também o mais baixo custo de vida em Portugal e a qualidade das universidades portuguesas.

O Governo tem promovido medidas para o regresso de emigrantes, para tentar combater a queda demográfica e algumas lacunas que já se começam a nota na força de trabalho. Uma dessas medidas é o programa Regressar, que cria um incentivo em IRS para os portugueses que tenham abandonado o país durante a crise e queiram agora voltar ao país.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Governo e universidades em roadshow para atrair lusodescendentes

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião