Tem um Qashqai? Nissan vai recolher modelos produzidos em 2017 para substituir… uma etiqueta

  • Lusa
  • 6 Maio 2019

A Nissan vai recolher mais de uma centena de veículos de passageiros do modelo Qashqai, produzidos entre junho e outubro de 2017.

O representante da marca Nissan em Portugal lançou uma campanha de recolha de mais de uma centena de veículos de passageiros do modelo Qashqai, produzidos entre junho e outubro de 2017, revela um alerta da Direção-Geral de Consumidor (DGC).

A razão da recolha dos veículos é a substituição de uma etiqueta que contém informações incorretas do peso máximo combinado (GCW) para veículos com transmissão manual e CVT, dado que, “nesta condição, o veículo pode registar uma perda de capacidade do reboque (veículos com transmissão manual) ou exceder a capacidade do reboque (veículos com transmissão CVT)”.

“Os proprietários dos cerca de 115 veículos existentes no mercado nacional são contactados através de carta, registada com aviso de receção”, lê-se no aviso publicado na sexta-feira na página de internet daquela direção-geral.

A DGC no desempenho das suas funções, enquanto Ponto de Contacto nacional do Sistema RAPEX (Sistema Europeu de Alerta Rápido para produtos perigosos, não alimentares), transmitiu estas informações às autoridades nacionais de fiscalização do mercado e à Comissão Europeia.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Tem um Qashqai? Nissan vai recolher modelos produzidos em 2017 para substituir… uma etiqueta

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião