Hoje nas notícias: Tempo de espera na saúde e escolas

  • ECO
  • 16 Maio 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A gigante norte-americana Google reforça a sua presença no mercado do turismo enquanto, por cá, as empresas passam a estar proibidas de filmar os trabalhadores em zonas reservadas, como refeitórios, ginásios e áreas de descanso. No ensino, Portugal tem das escolas privadas mais elitistas da OCDE e, na saúde, há a expectativa de que os tempos de espera para consultas e cirurgias se agravem. E o diretor do Fisco em Lisboa está em substituição há 1.500 dias, quando a lei prevê que a nomeação aconteça no prazo de 45 dias.

Empresas proibidas de filmar zonas de trabalhadores

O grupo de trabalho criado no Parlamento para acomodar o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) à realidade portuguesa aprovou a medida que impede as empresas de filmarem as zonas comuns aos trabalhadores. Assim, a videovigilância das empresas não poderá incidir sobre “o interior de áreas reservadas aos trabalhadores, designadamente zonas de refeição, vestiários, ginásios, instalações sanitárias e zonas exclusivamente afeta aos seu descanso”. Sobre esta matéria, o Código de Trabalho apenas estabelece que “o empregador não pode utilizar meios de vigilância à distância no local de trabalho (…) com a finalidade de controlar o desempenho profissional do trabalhador”. Ainda assim, pode fazê-lo “sempre que tenha por finalidade a proteção e segurança de pessoas e bens ou quando particulares exigências internas à natureza da atividade o justifiquem”. Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

 

Tempo de espera para consultas e cirurgias deverá agravar-se

O presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares admite que os tempos de espera para cirurgias e consultas se tenha deteriorado nos finais de 2018, sendo mesmo piores que os resultados já demonstrados pelo relatório da Entidade Reguladora da Saúde, que diz respeito aos primeiros cinco meses do último ano. “Pelo menos em relação a 2017, a expectativa é que os tempos se deteriorem por todos estes efeitos no Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, diz Alexandre Lourenço, referindo a redução do horário de trabalho de 40 horas para 35 horas nos contratos individuais de trabalho e a greve que marcou o final do ano como justificações o pessimismo. Leia a notícia completa na Rádio Renascença (acesso livre).

Portugal tem das escolas privadas mais elitistas da OCDE

Portugal é um dos dez países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde há mais “segregação” com base no estatuto socioeconómico dos alunos entre o ensino público e privado. Esta conclusão integra o relatório Balacing School Choice and Equity. “Do conjunto de países da OCDE, Portugal tem uma das maiores proporções de alunos inscritos no ensino privado e que pagam por isso, ao contrário do que sucede em vários outros países onde este tipo de ensino é financiado em grande parte ou mesmo na totalidade pelo Estado”, comenta o diretor-geral da Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), que considera que esta conclusão da OCDE é “bastante evidente”. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Secretário de Estado ignora lei e deixa o fisco em Lisboa em aberto

Há quase um ano que António Mendonça, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, não decide quem nomeia para o cargo de diretor de Finanças de Lisboa, apesar de ter em sua posse a lista de finalistas do concurso desde a primavera. A lei prevê um prazo de 45 dias para a nomeação, mas o governante ignorou o prazo e nada decidiu até ao momento. A cadeira de diretor das Finanças de Lisboa está, por isso, a ser ocupada em regime de substituição há mais de quatro anos. Leia a notícia completa em Público (acesso pago).

Google quer “fazer sombra” às agências de viagens

A Google acaba de reforçar a sua posição contra as agências de viagens ao lançar o Google Travel, uma ferramenta de pesquisa e uma nova “secretária pessoal” que ajuda a escolher voos, hotéis e locais a visitar. “Planear uma viagem é complicado. O número de ferramentas e a quantidade de informação que é preciso filtrar para decidir onde ir, onde ficar e que voo apanhar é avassalador e consome tempo. É por isso que hoje estamos a simplificar a forma como ajudamos os viajantes a planear as suas viagens”, sublinhou o responsável pela estratégia de viagens da gigante norte-americana. A Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo diz que este lançamento da Google não é uma surpresa e que as agências tradicionais terão sempre a vantagem de ter um “serviço que as diferencia”. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre).

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