Reabilitação urbana consolida “tendência de abrandamento” no mês de abril

  • Lusa
  • 22 Maio 2019

O setor da construção continua a registar taxas de crescimento positivas embora no mês de abril apresente uma redução de 2,8% face ao mês anterior.

A reabilitação urbana cresceu 11,5% em abril, em termos homólogos, o que representa uma descida de 1,8% face ao mês anterior, confirmando-se a “tendência de abrandamento”, revelou hoje a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).

Com base num inquérito mensal aos empresários do setor da construção que atuam no mercado da reabilitação urbana, realizado pela AICCOPN, referente ao mês de abril, “o índice que mede o nível de atividade continua a registar taxas de crescimento positivas, com uma variação positiva de 11,5%, em termos homólogos”.

“No entanto, trata-se de um registo que representa uma redução de 2,8% face ao mês anterior, consolidando a tendência de abrandamento que se observa ao longo dos últimos meses”, apurou o barómetro da AICCOPN.

Acompanhando a dinâmica do nível de atividade de reabilitação urbana, o índice que mede a evolução da carteira de encomendas das empresas neste segmento do mercado verificou, durante o mês de abril, “um crescimento, em termos homólogos, de 13,6%, e uma redução de 0,9% em termos mensais”.

Relativamente à produção contratada em meses, ou seja, o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção, este indicador apontou “um prazo médio ponderado de 7,6 meses”, o que reflete uma redução de 5,9% em abril “face aos 8 meses apurados no mês homólogo de 2018”.

Fundada em 1892, a AICCOPN é uma associação de âmbito nacional que representa cerca de 8.000 empresas do setor da construção civil e obras públicas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Reabilitação urbana consolida “tendência de abrandamento” no mês de abril

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião