Mercado automóvel cai 3% em maio pelo quarto mês consecutivo

  • Lusa
  • 3 Junho 2019

O número de automóveis a ser matriculado em maio caiu 3%, com a queda mais significativa a registar-se nos ligeiros de passageiros. Veículos pesados aumentaram 32%.

O mercado automóvel caiu 3% em maio passado face ao mesmo mês do ano anterior, atingindo os 26.659 veículos matriculados, de acordo com dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), divulgados esta segunda-feira.

“Em maio de 2019 foram matriculados, pelos representantes legais de marca a operar em Portugal, 26.659 veículos automóveis, ou seja, menos 3% do que em igual mês do ano anterior”, disse o organismo, em comunicado. Já no período de janeiro a maio de 2019 “foram colocados em circulação 120.945 novos veículos, o que representou uma diminuição homóloga de 3,6%”.

A queda mais significativa registou-se no mercado de ligeiros de passageiros, em que foram matriculados 22.724 automóveis, menos 3,9% do que no mês homólogo.

Já nos cinco primeiros meses de 2019, foram matriculados 103.290 veículos ligeiros de passageiros, o que representa uma descida de 4,7% em relação ao período homólogo de 2018. O mercado de ligeiros de mercadorias caiu em maio 0,7% em termos homólogos, registando 3.469 unidades matriculadas, e nos primeiros cinco meses do ano, este segmento atingiu as 15.349, uma subida de 1,7% em relação a igual período de 2018.

No caso dos veículos pesados, que engloba os de passageiros e os de mercadorias, em maio houve um “aumento de 32% em relação ao mês homólogo do ano anterior, tendo sido comercializados 466 veículos desta categoria”, segundo a ACAP. Entre janeiro e maio, o mercado de pesados contabilizou 2.306 unidades, valor superior em 13,9% face ao período homólogo de 2018.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mercado automóvel cai 3% em maio pelo quarto mês consecutivo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião