Liberty alarga coberturas para inquilinos e proprietários

  • ECO Seguros
  • 4 Julho 2019

Entre os novos riscos cobertos, o seguro “Chave Mestra” inclui substituto de familiar, apoio domiciliário e acesso a bem estar de animal de estimação.

A Liberty Seguros, que vai passar o comendo das operações portuguesas para Madrid, lançou o novo seguro multirriscos habitação Liberty Chave Mestra com o mote “um produto que pretende dar resposta a um vasto leque de problemas que podem surgir no dia-a-dia de uma casa”. Este novo seguro oferece novas coberturas como o Apoio Domiciliário, Substituto de Familiar no acompanhamento em deslocações a consultas, Danos em Bens do Senhorio e Adaptação da Habitação em caso de invalidez que podem ser conjugadas com assistência técnica e médica ao domicílio 24h/dia.

“Além de uma vasta cobertura, o Liberty Chave Mestra consiste numa solução flexível, que permite que o cliente escolha as coberturas que deseja” destaca Berta Rodrigues, Head of Home and Condominium PT & IE da Liberty Seguros, “adaptando-se assim às reais necessidades de cada consumidor, num contexto em que estes exigem produtos cada vez mais inovadores e personalizados” conclui.

As novas coberturas de assistência incluem:

  • · Serviços Técnicos 24h, com isenção dos custos de deslocação e 1h de mão de obra grátis, por anuidade, de canalização, eletricidade, desentupimentos, chaves e fechaduras;
  • · Assistência Médica de Urgência ao domicílio com consultas médicas de urgência 24h por dia e franquia de €20 por consulta;
  • · Substituto Familiar, um profissional de enfermagem ou acompanhamento do tomador do seguro em deslocações a consultas ou exames num máximo de 20h por anuidade;
  • · Acesso a Rede de Fisioterapia Convencionada com 5 sessões de fisioterapia incluídas por anuidade;
  • · Bem-estar na convalescença com aluguer de ajudas técnicas em caso de acidente, como cadeira de rodas ou cama articulada por 175 euros de anuidade);
  • · Acesso a Rede Convencionada de Saúde e Bem-Estar através de descontos em centros de estética, massagens ou de tratamentos localizados;
  • · Assistência Jurídica com apoio na reclamação de danos e assistência jurídica telefónica;
  • · Apoio Domiciliário através de uma entrega de compras por mês sem custos adicionais– exclusivo para bens alimentares na residência;
  • · Acesso à rede de bem-estar animal via rede AnimaDomus e veterinário ao domicílio acesso a descontos em produtos não clínicos e 2 idas ao veterinário ao domicílio em cada anuidade.

Para a campanha de lançamento, e satisfazendo algumas condições, a Liberty atribuirá, até 19 de agosto, um voucher de 15 euros de oferta em supermercado, combustível ou cinema aos clientes que contratarem este novo produto a um agente de seguros.

A Liberty Seguros está presente em Portugal desde 2003, após a aquisição da Europeia ao grupo Suíço Credit Suisse. A empresa atua nos segmentos particulares e empresas, dos ramos Vida e não Vida, e conta atualmente com 533 colaboradores, distribuídos entre a sede, em Lisboa, o Polo Técnico no Porto, os 36 espaços existentes em todo o território nacional e ilhas. Conta com mais de 1550 agentes profissionais de seguros que funcionam como Parceiros de Negócio sendo este o seu canal preferencial de distribuição.

A empresa é parte do Liberty Mutual Insurance Group Liberty Mutual Insurance Group (LMIG), empresa norte americana com sede em Boston que conta com mais de 50 mil colaboradores num total de 800 escritórios em 30 países. Com receitas de 39.4 mil milhões de dólares em 2017 é o terceiro maior segurador Não Vida nos EUA e a 68ª maior empresa dos Estados Unidos pela Fortune, com base nos resultados de 2017.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Liberty alarga coberturas para inquilinos e proprietários

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião