Hoje nas notícias: Mutualista Montepio, Finibanco e CP

  • ECO
  • 12 Julho 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A mutualista Montepio viu os seus capitais próprios caírem para metade, no ano passado. Já a Inspeção-Geral de Finanças quer fiscalizar gestora da dívida pública, o que, admite, não será uma tarefa fácil. Nos casinos, as receitas estão a diminuir, perdendo terreno para os jogos online e, também, para a raspadinha. Finalmente, em matéria de transportes, há quatro anos que as contas da CP não são aprovadas pelo Governo.

Capitais próprios da mutualista Montepio caem para metade

Em 2018, os capitais próprios da Associação Mutualista Montepio Geral (AMMG) caíram para metade, em comparação com o ano anterior, apresentando um valor de 260 milhões de euros, bem aquém do valor verificado em 2017, de 527 milhões de euros. De acordo com as contas consolidadas de 2018 da associação, os lucros, por sua vez, passaram de 831 milhões para apenas um milhão de euros. Isto depois de a dona do Banco Montepio ter beneficiado, em 2017, do registo de ativos por impostos diferidos num montante de perto de 800 milhões de euros.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

Banco de Portugal mandou travar crédito do Finibanco em 2010

Para acautelar perdas futuras, em 2010, o Banco de Portugal (BdP), liderado por Vítor Constâncio até maio desse mesmo ano, ordenou ao Finibanco que provisionasse a 100% os empréstimos dados à Domusvenda ou, em alternativa, que os revertesse, o que veio a acontecer. Em causa estava um “contrato de cessão de créditos” registados por 146 milhões de euros, vendidos à Domusvenda por 17,704 milhões de euros, numa operação financiada em 99% pelo próprio Finibanco.

Leia a notícia completa em Público (acesso pago).

IGF quer fiscalizar gestora da dívida pública

A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) quer fiscalizar a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), conforme consta do plano de atividades para 2019. O IGCP é, assim, uma das sete áreas de intervenção selecionadas para este ano, tendo em conta a “probabilidade de ocorrência” de risco financeiro. No entanto, o IGF assume logo de antemão que a tarefa não será muito fácil.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

Governo “esquece-se” de aprovar contas da CP desde 2015

Há quatro anos que as contas da CP não são aprovadas pelo Governo, seja pelo ministério das Finanças ou pelo ministério do Planeamento e das Infraestruturas. A situação é inédita no setor empresarial do Estado e é um problema para o qual auditores das contas da empresa e contabilistas já alertaram.

Leia a notícia completa em Jornal Económico (acesso pago).

Receitas dos casinos perdem para jogo online e raspadinha

Os casinos estão a perder terreno para os jogos online e a raspadinha. As receitas brutas com a exploração do jogo dos onze casinos a operar no país somaram 150 milhões de euros, uma quebra de 1% face ao primeiro semestre de 2018, segundo os números da Associação Portuguesa de Casinos. A queda só não foi maior graças ao maior dinamismo em maio e junho. O grupo Estoril Sol, detido pelo macaense Stanley Ho, é o mais afetado.

Leia a notícia completa em Diário de Notícias (acesso pago).

 

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