Fidelidade lidera em estudo de imagem da Marktest

  • ECO Seguros
  • 17 Julho 2019

A Fidelidade e a Tranquilidade são primeira e segunda melhor classificadas em atributos de imagem de seguradoras segundo um inquérito realizado ao público em geral pela Marktest.

A seguradora Fidelidade sai em grande vantagem em alguns atributos no estudo BASEF da Marktest de perceção da imagem das seguradoras pelos consumidores residentes em Portugal. O BASEF é realizado mensalmente pela empresa de estudos de mercado e os resultados obtidos resultam de consultas ao público realizadas nos últimos quatro meses.

No que respeita ao último quadrimestre, terminado em junho, os resultados em cinco atributos, usados no inquérito, revelam uma imagem da Fidelidade bastante superior à concorrência no que respeita às categorias “é a melhor/tem os melhores seguros”, “tem os melhores preços”, “informa com mais clareza”, “é mais inovadora” e “é mais sólida”. A Tranquilidade surge sempre em segundo lugar em todas estas categorias.

No que respeita à pergunta “é a melhor/tem melhores seguros” surgem entre o 3º e o 6º lugar a Zurich, Allianz, Ageas e Liberty. O atributo “tem os melhores preços” classifica a partir do 3º lugar a OK Teleseguros, Logo, Ageas e Zurich. Já a perceção quanto a “informa com mais clareza” é, após Fidelidade e Tranquilidade, da Zurich e Allianz ao mesmo nível, seguidas da Ageas, OK Teleseguros e LIberty.

No aspeto “é mais inovadora” as líderes Fidelidade e Tranquilidade têm uma classificação menos expressiva e seguem-se neste alínea a OK Teleseguros, Ageas, Allianz e Logo.

Por último, a perceção de “é a mais sólida” pelo público inquirido destaca, para além da Fidelidade e Tranquilidade, a Allianz, Zurich, Ageas e Liberty.

O estudo BASEF, realizado há 20 anos pela empresa de estudos de mercado Marketest, é reconhecido como ferramenta para conhecer o comportamento da população portuguesa em relação ao sector segurador. Tem um universo 8.988.000 Indivíduos constituído por residentes em Portugal com 15 e mais anos e mensalmente é recolhida uma amostra proporcional ao universo em estudo e representativa do mesmo, ao nível das variáveis sexo, idade e região Marktest. A amostra mensal é de 1200 entrevistas, perfazendo um total de 14.400 entrevistas anuais.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Fidelidade lidera em estudo de imagem da Marktest

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião