Globalis recebe alunos do Valsassina para estágio

  • Ricardo Vieira
  • 22 Julho 2019

Em junho, estudantes do 10º ano participaram de um estágio de curta duração, resultado de uma parceria entre o colégio Valsassina e a Globalis.

“A minha primeira experiência no mundo do trabalho” é o nome do programa de estágios que nasce de uma parceria entre o colégio Valsassina e a Globalis – uma agência de viagens e eventos corporativos.

No âmbito desta iniciativa, que tem como objetivo “o preparar para a vida laboral e transmitir valores da organização e do mercado”, os alunos/participantes do 10.º ano têm um primeiro contacto com a realidade empresarial, através de um estágio de curta duração. Os alunos não são remunerados durante a experiência, tendo de cumprir um horário de trabalho, durante o qual observam a atividade laboral e executam tarefas que lhes foram propostas e adequadas à sua maturidade e nível de conhecimentos.

Para Fátima Silva, diretora-geral da Globalis, estas iniciativas são “fundamentais para preparar os jovens para o futuro e desenvolver os talentos nacionais desde as suas bases”, adicionando ainda que “na Globalis preocupamo-nos com o fator humano, em todas as suas vertentes. A nível interno promovemos iniciativas de formação e networking e a possibilidade de envolvermos os mais jovens dá-nos uma grande satisfação. Podemos ajudar a moldar os jovens que serão os gestores do futuro e incentivá-los para que se tornem bons profissionais”.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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António Costa

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