Pode a tecnologia transformar os festivais de música?

Aposta tecnológica da Altice é superior a um milhão de euros neste verão de música. Para acompanhar os novos comportamentos dos festivaleiros que já não dispensam a tecnologia mobile nos recintos.

Como em quase tudo, o consumidor de eventos de música também está diferente. Às questões ligadas à sustentabilidade – que cada vez mais se vê nos recintos – os novos comportamentos exigem também melhores experiências, personalizadas e, acima de tudo, – tecnologia, da app ao online ticketing até à cobertura wi-fi nos recintos.

No recinto do Festival Meo Marés Vivas, o presidente da Altice, Alexandre Fonseca, falou sobre a aposta no território da música (e do entretenimento), áreas em que a marca tem apostado na sua estratégia. “Desde logo porque junta gerações, proporciona momentos em família que preservamos nesta estratégia de proximidade” começou com referir, acrescentando que “os festivais de verão são apostas de longa duração e é gratificante continuar a marcar positivamente a vida das pessoas”.

Só no recinto em Vila Nova de Gaia foram usados 20 km de fibra ótica de última geração o que resultou em mais um recorde batido pela Altice Portugal no tráfego wi-fi. Os valores divulgados apontam para cerca de “3TB (terabytes) em wi-fi, o que equivale a assistir a vários vídeos durante oito dias seguidos, ou ouvir seis anos de música sem parar”. Também ao nível do tráfego de voz se bateram recordes com “33 mil minutos gerados durante os três dias de evento pelos 100 mil festivaleiros”.

Enquanto os promotores, de uma maneira geral, apostam em passes cada vez mais tailor-made e exclusivos, acompanhando a tendência de uma audiência que, cada vez mais, procura uma oferta customizada, alguns acrescentam novas categorias como a ligação à arte. E mais uma vez a tecnologia, usada por promotores e marcas, ajuda na promoção e no marketing dos eventos com a criação de comunidades de amigos nas redes sociais, aponta o estudo “New Trends Impacting Festival and Consumer Eventos” da Eventbrite, alimentando a tendência FOMO (Fear of Missing Out).

E se na indústria dos eventos o termo “hybridization” já chegou, até certo ponto, a diversidade de marcas do grupo Altice mostra-se uma vantagem competitiva, ao estar no mesmo recinto com diferentes marcas e diferentes estratégias para públicos também diferentes.

É o caso do Moche – marca da Altice Portugal voltada para um público mais jovem – que no recinto do Meo Marés Vivas reforçou o seu posicionamento no território da música com um palco próprio dedicado ao hip-hop, a personalização de contentores com o graffiter Cardoz e a criação de brindes também personalizados.

 

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