Stands de automóveis obrigados a identificar quem paga mais de 50 mil euros

  • ECO
  • 18 Agosto 2019

Cerca de mil compradores já terão sido identificados este ano no âmbito das diretivas europeias de combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

Os stands de automóveis já identificaram desde o início do ano mais de mil clientes no âmbito das medidas de combate ao branqueamento de capitais. A obrigatoriedade de identificar os compradores de automóveis de luxo, avaliados em mais de 50 mil euros, e de comunicar esta informação à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) insere-se na adoção de diretivas europeias no âmbito do combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.

Segundo o secretário-geral da Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro, citado pelo Correio da Manhã (acesso condicionado), os automóveis “são bens sujeitos a registo pelo que já existe, a priori, um controlo oficial sobre estes bens”.

São abrangidos pela medida os compradores de modelos como o A6 da Audi, o X5 da BMW, I-pace da Jaguar ou o Urus da Lamborghini.

A informação inicial, comunicada em setembro de 2018, previa que todas as vendas acima de 15 mil euros fossem comunicadas, à semelhança de outros setores (ver texto ao lado), mas a ACAP terá sensibilizado a ASAE para que o valor fosse superior, o que veio a acontecer tendo-se fixado nos 50 mil euros.

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