Presidente da República: “Legislatura vai depender muito da situação geopolítica e económica”

  • ECO
  • 12 Outubro 2019

O Presidente da República considera que os próximos quatro anos vão ser "decisivos" e que a estabilidade da legislatura está "muito" dependente da conjuntura internacional.

O Presidente da República considera que “a legislatura vai depender muito da situação geopolítica e económica mundial e europeia”, mas repete até à exaustão que “tudo” fará para que haja estabilidade política no país. Contudo, não esconde preocupação em relação aos potenciais efeitos do Brexit, da guerra comercial entre EUA e China e da nova Comissão Europeia, escreve o Expresso (acesso pago), citando o chefe de Estado.

Marcelo Rebelo de Sousa não esconde ver em si mesmo um papel “fundamental” nos próximos quatro anos, precisamente por causa da conjuntura internacional menos favorável que se avizinha, e vê uma legislatura dividida em “dois ciclos, o de 2020-2021 e o de 2022-2023”: o primeiro ciclo legislativo termina nas Autárquicas, em outubro de 2021, e o segundo ficará marcado pelas Presidenciais, que vão interferir na ação do próprio Presidente, aponta o semanário.

Para já, é público que Marcelo Rebelo de Sousa também está preocupado com a sua própria saúde cardíaca e prepara-se para fazer um cateterismo, para avaliar o estado de uma artéria que se encontra mais calcificada. Os resultados deste exame médico mais específico poderão condicionar uma eventual recandidatura a Belém.

O jornal refere que Marcelo Rebelo de Sousa também não tem interesse em abrir fraturas na relação com o PS, pelo menos até às Presidenciais, para as quais precisa de reunir um apoio mais alargado. Após este período, tudo permanece incerto, sendo que, caso se candidate — e vença –, o Presidente da República fica de mãos livres para dissolver o Parlamento no caso de surgir uma crise política.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Presidente da República: “Legislatura vai depender muito da situação geopolítica e económica”

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião