Lisboa é a mais cara. E nesta vila de Viseu é onde as casas são mais baratas

Se em Lisboa o valor do metro quadrado ultrapassa os 3.000 euros, há zonas no país onde não chega aos 200 euros. É no distrito de Viseu que está a vila com as casas mais baratas de Portugal.

Para quem quer viver na cidade, Lisboa é a opção mais procurada e, por sua vez, a mais cara. Mas também há cada vez mais pessoas a procurarem qualidade de vida e a fugir para o interior do país. Se é o seu caso, saiba que há mais de uma centena de municípios onde o valor do metro quadrado não chega aos 500 euros. E o mais barato deles todos tem casas a custarem 167 euros por metro quadrado.

Comprar uma casa em Lisboa custa, em média, 3.154 euros por metro quadrado, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). A capital continua a ser a zona mais cara do país para viver. Os preços subiram 14,6% face ao segundo trimestre do ano passado. Isto significa que, no caso de um T2 com 100 metros quadrado, este custaria 315.400 euros.

Ainda no topo dos municípios mais caros surgem Cascais (2.478 euros/m2) e Oeiras (2.134 euros/m2), mas também Loulé (2.018 euros/m2) e Lagos (1.875 euros/m2). Como mostram os dados do INE, Lisboa e Algarve lideram com os municípios mais caros para comprar casa.

Mas no lado oposto da tabela aparecem municípios com valores de metro quadrado bastante inferiores. Há 111 municípios onde este indicador não chega aos 500 euros por metro quadrado, e dois onde não toca sequer os 200 euros.

Sernancelhe, vila em ViseuVitor Oliveira/Flickr

No fim da tabela está uma vila em Viseu, com as casas mais em conta do país. Com cerca de 5.000 habitantes, as casas vendidas em Sernancelhe no segundo trimestre custaram 167 euros por metro quadrado, de acordo com o INE. Isto significa que, no caso de uma casa T2 com 100 metros quadrados, esta custaria cerca de 16.700 euros. Ou seja, quase 19 vezes mais barata do que em Lisboa.

Ainda entre os municípios mais baratos está Freixo de Espada à Cinta, em Bragança, com o metro quadrado a custar 199 euros. Atrás aparece Pinhel, na Guarda (214 euros/m2), Monforte, em Portalegre (225 euros/m2) e Vila Velha de Ródão, em Castelo Branco (227 euros/m2).

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lisboa é a mais cara. E nesta vila de Viseu é onde as casas são mais baratas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião