EY vai distinguir o empreendedor do ano. As candidaturas já estão abertas

As candidaturas para o prémio Entrepreneur Of The Year estão abertas até 31 de dezembro. O vencedor será conhecido em março do próximo ano.

A EY Portugal vai voltar a distinguir o empreendedor do ano, naquela que é a oitava edição da iniciativa. O vencedor irá depois disputar o prémio global com os vencedores do galardão de outros 60 países. As candidaturas são gratuitas e estão abertas até ao final do ano.

Quem quiser concorrer ao prémio “Entrepreneur Of The Year” deverá apresentar “casos de empreendedorismo de sucesso, ilustrados através de boas práticas de inovação e de capacidade de gestão”, explica a EY, em comunicado. As candidaturas podem ser submetidas com o máximo de três elementos, que mantenham uma participação ativa na gestão da empresa e com um capital social de, pelo menos, 10% cada.

Para além disso, a organização tem de estar estabelecida em Portugal há, pelo menos, três anos, apresentar um volume anual de negócios superior a 2,5 milhões de euros, bem como um capital maioritariamente nacional, e possuir um mínimo de dez colaboradores.

As candidaturas podem ser feitas online, até 31 de dezembro. O júri, presidido por António Gomes Mota, irá avaliar as candidaturas “pelo perfil empreendedor dos candidatos e pela performance estratégica, de inovação e financeira das empresas que lideram”, aponta João Alves, Country Managing Partner da EY Portugal, citado em comunicado.

Ainda assim, será feita “uma valorização especial dos casos em que o sucesso empresarial resulta na partilha de valor com a comunidade, por exemplo através de iniciativas de responsabilidade social”. Os finalistas serão anunciados em fevereiro de 2020, e o vencedor será conhecido um mês depois. Em junho, irá decorrer a final mundial do prémio, no Mónaco.

Na última edição desta iniciativa, o grupo de finalistas incluía empresários como Manuel Rui Nabeiro e Rui Miguel Nabeiro da Delta Cafés, Nuno Sebastião, da Feedzai, João Miranda, da Frulact e Mário Ferreira, do Grupo Mystic Invest. Mas a coroa acabou por ir para António Rios Amorim, da Corticeira Amorim.

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