Bolsa de Lisboa pintada de vermelho. Jerónimo Martins cai 3%

A praça lisboeta segue a negociar em "terreno" vermelho, desvalorizando quase 1%. A pesar no índice está a Jerónimo Martins, bem como o setor das papeleiras.

A bolsa nacional arrancou o dia em terreno negativo, com a maioria das cotadas em queda. A pressionar o índice de referência está o setor da pasta de papel, bem como a Jerónimo Martins. A praça lisboeta acompanha assim a tendência negativa sentida pelo Velho Continente.

O PSI-20 recua 0,96% para 5.139,35 pontos, depois de ter encerrado no verde na sessão anterior. De entre as 18 cotadas nacionais, a grande maioria negoceia em “terreno” vermelho, enquanto apenas a família Sonae avança com ganhos.

Nas quedas, destaque para a retalhista Jerónimo Martins, que cai 3,18% para os 14,30 euros. Nota também para o setor das papeleiras, com a Semapa a derrapar 1,46% para os 13,54 euros, a Navigator a recuar 0,85% para os 3,51 euros e a Altri a deslizar 0,71% para os 5,62 euros.

O setor da energia está também a pressionar o índice de referência em Lisboa. A Galp Energia recua 0,61% para os 14,78 euros e a EDP Renováveis cai 0,60% para os 9,93 euros. Quem também não escapa é o BCP, cujos títulos desvalorizam 0,73% para os 0,2035 euros.

Pela Europa, a generalidade das praças também segue a negociar em “terreno” vermelho, numa altura em que uma lei assinada por Donald Trump a apoiar os protestantes em Hong Kong voltou a agudizar as tensões comerciais com a China. O Stoxx 600 começou a sessão a recuar 0,2%, o alemão DAX e o francês CAC 40 caem 0,3% e o britânico FTSE 100 desvaloriza 0,4%.

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