Prémio máximo do Euromilhões vai aumentar. Passa para 200 milhões

O jackpot do Euromilhões vai crescer. O prémio máximo que pode ser atingido neste jogo social passa de 190 para 200 milhões a partir do final de fevereiro.

Quando ninguém acerta nos números todos, há jackpot. E quando isso acontece sorteio após sorteio, o valor do primeiro prémio do Euromilhões vai crescendo, crescendo e crescendo. Atualmente, o prémio máximo vai até aos 190 milhões de euros, mas vai crescer a partir do final de fevereiro. O Governo reviu o teto para o grande prémio que passará para os 200 milhões.

O novo regulamento do Euromilhões, publicado em Diário da República, define que “quando não forem escrutinadas apostas com direito ao 1.º prémio, o montante a este destinado acresce ao valor do 1.º prémio do concurso imediatamente seguinte, até ao montante de 200 milhões de euros“. Este valor compara com os 190 milhões atuais.

Aumenta o valor máximo do jackpot para quem acertar nos 5 números e 2 estrelas, mas mantém-se a lógica de o prémio máximo ficar em sorteio durante quatro concursos, até haver uma distribuição pelos restantes premiados.

“O concurso em que o valor do 1.º prémio atinja o montante de 200 milhões de euros e até aos quatro concursos subsequentes sem que seja atribuído o 1.º prémio, num máximo de cinco concursos consecutivos, o valor destinado a esta categoria não pode ser superior àquele montante, acrescendo o remanescente da importância destinada ao 1.º prémio ao valor do prémio da categoria imediatamente inferior em que haja, pelo menos, uma aposta premiada”, refere o novo regulamento.

“Quando a situação prevista no número anterior se verifique durante cinco concursos consecutivos, o valor do 1.º prémio acresce, no quinto concurso consecutivo, ao valor do prémio da categoria imediatamente inferior em que haja, pelo menos, uma aposta premiada“, acrescenta a portaria que “produz efeitos para as apostas registadas para participarem a partir do sorteio de 4 de fevereiro de 2020 inclusive”.

Valor a distribuir por cada prémio também muda

Além desta alteração ao valor máximo que o jackpot, que acontece mais de três anos depois da última revisão à estrutura do Euromilhões, há também uma revisão das percentagens de alocação das receitas às categorias de prémios e ao fundo de reserva “em alinhamento com a filosofia do produto, da evolução das tendências atuais”.

Assim, de acordo com a portaria publicada em Diário da República, a importância destinada a prémios “é repartida por um fundo de reserva destinado a incrementar o valor de todas as categorias de prémios, bem como a assegurar o valor dos prémios dos sorteios adicionais (…) nos termos seguintes:

a) 60,00 % para o 1.º prémio e para o fundo de reserva;

b) 2,61 % para o 2.º prémio;

c) 0,61 % para o 3.º prémio;

d) 0,19 % para o 4.º prémio;

e) 0,35 % para o 5.º prémio;

f) 0,37 % para o 6.º prémio;

g) 0,26 % para o 7.º prémio;

h) 1,30 % para o 8.º prémio;

i) 1,45 % para o 9.º prémio;

j) 2,70 % para o 10.º prémio;

k) 3,27 % para o 11.º prémio;

l) 10,30 % para o 12.º prémio;

m) 16,59 % para o 13.º prémio.

O 13.º prémio, o mais pequeno de todos, é obtido por quem acerte em apenas dois números em cada um dos sorteios do Euromilhões, realizados todas as semanas às terças e às sextas-feiras.

Este concurso é realizado em nove países europeus. França, Espanha e o Reino Unido foram as primeiras nações a disponibilizar o jogo aquando do seu início em fevereiro de 2004, antes da adesão da Áustria, Bélgica, Irlanda, Luxemburgo, Portugal e Suíça em outubro de 2004.

(Notícia atualizada às 9h32 com mais informação)

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