Revista de imprensa internacional

  • ECO
  • 2 Dezembro 2019

Negociações comerciais e impeachment são os destaques dos EUA, enquanto o primeiro-ministro espanhol prepara subida de pensões e salários, num projeto que irá aumentar a despesa pública em 2020.

Pedro Sánchez prepara aumentos das pensões e dos salários da Função Pública em Espanha, para entrarem em vigor em janeiro, no dia em que o homólogo de Malta se demite. Os EUA estão em foco devido às negociações comerciais com a China e ao processo de impeachment de Donald Trump. É ainda notícia o megaprojeto energético entre a China e a Rússia, que entra esta segunda-feira em funcionamento.

El Economista

Sánchez quer fechar, ainda este ano, despesa pública de 5,8 mil milhões em 2020

O primeiro-ministro em funções de Espanha, Pedro Sánchez, quer acelerar uma série de projetos antes do fim do ano. Os decretos-lei que o socialista quer aprovar dizem respeito a aumentos das reformas e dos salários da função pública, a entrarem em vigor em janeiro. A concretizarem-se, estas medidas vão resultar num aumento da despesa pública, logo no início de 2020, de 5,8 mil milhões de euros.

Leia a notícia completa no El Economista (acesso livre, conteúdo em espanhol).

New York Times

Trump não vai participar em audição sobre impeachment

A Casa Branca confirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os advogados democratas não vão participar na audição no Congresso sobre o impeachment do próprio presidente. Alegam que há uma falta de “justiça fundamental” no processo que poderá levar à destituição de Trump. Por isso, não irão participar na primeira audição pública, em que especialistas legais vão apresentar as suas avaliações ao impeachment, mas não excluem a participação em outras audições.

Leia a notícia completa no New York Times (acesso pago, conteúdo em inglês).

Axios

Negociações entre China e EUA empatadas devido a Hong Kong

As negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China estão “empatadas devido à legislação sobre Hong Kong”, segundo referiram fontes próximas da equipa de negociação de Donald Trump. Numa altura de protestos violentos em Hong Kong, os EUA aprovaram uma legislação de apoio aos manifestantes, aumentando as tensões entre as duas maiores economias do mundo. As mesmas fontes apontam para a necessidade de deixar a política interna do presidente Xi Jinping “acalmar-se” antes de o acordo ficar fechado.

Leia a notícia completa no Axios (acesso livre, conteúdo em inglês).

Bloomberg

Rússia abre gasoduto para a China

O maior exportador de gás natural do mundo, a Rússia, e um dos maiores consumidores de combustíveis, a China, reforçaram a cooperação energética com o lançamento de um novo gasoduto esta segunda-feira. São 3.000 quilómetros que unem a Sibéria ao norte da China, num projeto avaliado em 400 mil milhões de dólares. A Gazprom já começou a servir de transporte entre as duas potências e é esperado que sirva para bombear 38 mil milhões de metros cúbicos de gás por ano.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

The Guardian

Primeiro-ministro de Malta demite-se. Abandona funções em janeiro

O primeiro-ministro de Malta anunciou este domingo que se vai abandonar o cargo em janeiro, pressionado pela crise instalada devido ao atentado bombista que matou uma jornalista em 2017. Em declarações à televisão estatal, Joseph Muscat disse que ficaria no cargo até um novo líder do partido Trabalhista fosse eleito em janeiro e expressou um “profundo arrependimento” pelo assassinato de Caruana Galizia. Na visão do primeiro-ministro, o país precisa de “uma página nova”, mas lembra que “este caso não pode definir aquilo que o país é”.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês).

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