Wall Street avança rumo a novos recordes

As ações norte-americanas continuam a beneficiar do sentimento positivo em torno das relações comerciais entre os EUA e a China. Em Wall Street assiste-se à sexta sessão de ganhos consecutiva.

Pela sexta sessão consecutiva, o verde impera em Wall Street, com os principais índices a assinalarem novos recordes históricos. As ações norte-americanas continuam a beneficiar do sentimento positivo em torno das relações comerciais entre os EUA e a China.

O S&P 500 avança 0,1%, para os 3.115,85 pontos, enquanto o Nasdaq ganha 0,15%, para os 8.033,448 pontos, marcando assim novos recordes históricos intradiários. Já o Dow Jones soma 0,09%, para os 28.291,44 pontos.

O rally que se assiste no mercado bolsista dos EUA reflete o alívio dos receios dos investidores relativamente à guerra comercial, depois de na passada semana ter sido anunciado um acordo de “fase um” entre Washington e Pequim.

Caso o S&P 500 encerre em alta esta sessão, tratar-se-á do mais extenso ciclo de ganhos desde janeiro de 2018 para aquele índice.

“O mercado a atingir novos recordes numa base diária está a ser amplamente sustentado por algumas boas notícias macroeconómicas que recebemos nas últimas semanas”, disse Peter Cardillo, economista-chefe de mercado na Spartan Capital Securities, citado pela Reuters.

Mas nem só de boas notícias se marca a negociação em Wall Street nesta quarta-feira. A FedEx é o principal destaque negativo, com as suas ações a perderem mais de 7% depois de ter reduzido as suas estimativas de lucros para 2020 em resultado de pesadas despesas, abrandamento do comércio mundial e do rompimento de relações com a Amazon.

O dia promete ainda se marcado pelo processo de impeachement que será votado pela Câmara de Representantes esta quarta-feira mais ao final do dia.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street avança rumo a novos recordes

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião