Acordo comercial entre Washington e Pequim divulgado quarta-feira na íntegra

  • Lusa
  • 10 Janeiro 2020

Documento será assinado em Washington por Trump e pelo vice-ministro chinês, e significará uma trégua na guerra comercial entre as duas potências económicas mundiais.

O acordo comercial preliminar entre os EUA e a China será divulgado na íntegra na quarta-feira, durante a assinatura do documento em Washington, anunciou o executivo norte-americano.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, devem assinar o texto, que significa uma trégua na guerra comercial sino-americana, durante uma cerimónia na Casa Branca. “O documento completo será divulgado na quarta-feira”, indicou o conselheiro económico da Casa Branca, Larry Kudlow, aos jornalistas.

“Haverá uma cerimónia maravilhosa”, acrescentou Kudlow referindo-se a um jantar na véspera da assinatura e a um almoço no mesmo dia.

Sem entrar no conteúdo do texto, Kudlow reiterou, em resposta às críticas, que os EUA obtiveram inúmeras concessões. “Nunca fizemos isso antes, é histórico”, salientou Kudlow.

Desde março de 2018, Pequim e Washington impuseram tarifas recíprocas a produtos no valor de milhares de milhões de dólares nas trocas comerciais anuais, o que afeta severamente a economia chinesa e retarda a economia mundial.

Segundo Washington, o acordo inclui avanços nas transferências de tecnologia impostas a empresas estrangeiras com sede na China, assim como melhor acesso ao mercado chinês para empresas do setor financeiro.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Acordo comercial entre Washington e Pequim divulgado quarta-feira na íntegra

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião