Quinta dos Termos quer alargar portefólio de vinhos. Investe mais de três milhões no Douro

Quinta dos Termos, em Belmonte, acaba de investir mais de três milhões na compra da Quinta do Pocinho, no Douro. O objetivo é ter um portefólio de vinhos diversificados e complementares entre si.

A Quinta dos Termos investiu mais de três milhões de euros na compra da Quinta do Pocinho, apurou o ECO. O investimento destina-se não só à aquisição da quinta, mas também à construção de raiz de uma adega e à plantação de novas vinhas.

A intenção é ter um portefólio de vinhos diversificados e complementares entre eles”, explicou ao ECO João Carvalho, presidente executivo da Fitecom, uma empresa produtora de tecidos laneiros, e da Quinta dos Termos, em Belmonte. “O nosso objetivo é continuar a investir e produzirmos futuramente noutras regiões, como por exemplo a Região do Vinho Verde ou até expandir para a região do Alentejo ou Algarve”, destaca o produtor de vinhos da região da Beira Interior.

As obras vão ter início em março e a conclusão do projeto está prevista para o próximo ano. No final, a Quinta do Pocinho vai contar também com uma loja e uma sala de provas.

A quinta que agora comprada está localizada na encosta do Douro e conta com cerca de 40 hectares, sendo que 25 estão dedicados ao cultivo de vinhas. João Carvalho explica que “todo o território nacional é bom para a produção de vinhos. Portugal é um país de influência no mundo do vinho e dada a heterogeneidade que tem, consegue produzir vinhos com diferentes carácteres, que expressam aquilo que cada região é capaz de produzir naturalmente”.

A família Carvalho adquiriu a Quinta dos Termos há 75 anos e é hoje composta por 180 hectares. Grande parte da produção destina-se ao mercado nacional (75%). Atualmente, produz mais de 800 mil garrafas e, segundo João Carvalho, “a tendência é aumentar”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Quinta dos Termos quer alargar portefólio de vinhos. Investe mais de três milhões no Douro

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião