Me. Unlimited, a conferência para discutir marketing

É o tema do próximo congresso da APPM dedicado ao papel decisivo que os profissionais de marketing têm hoje na adaptação a um mundo ‘always on’ e em que os consumidores têm o poder de decisão.

A Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing já anunciou o XXIIº Congresso Nacional de Marketing, para o próximo dia 1 de julho na Porto Business School. O tema “ME. UNLIMITED” será dedicado ao papel decisivo que os profissionais de marketing têm hoje no quadro de mudança e de adaptação a um mundo Always on e em que os consumidores têm todo o poder de decisão.

O tema do Congresso saiu do estudo europeu, que abrangeu mais de 1000 diretores de Marketing em toda a Europa. Estudo realizado pela APPM em parceria com a European Marketing Confederation e as congéneres de marketing europeias.

Hiperindividualização e storytelling, revolução no serviço a cliente e nos preços, novos paradigmas éticos e legais, planet and people first, ubiquidade tecnológica, problemas programáticos, são alguns dos temas que irão marcar 2020 e que irão ser debatidos pelo um conjunto de oradores nacionais e internacionais.

Para o presidente da APPM, “o sucesso crescente do marketing ao longo dos últimos anos estimula-nos a garantir que a edição deste ano da Agenda Europeia de Marketing 2020 atenda aos altos padrões que todos esperamos e que ajude a balizar os temas em discussão”. Rui Ventura explica, por isso, que “o próximo Congresso de Marketing, marcado para dia 1 de julho na Cidade do Porto, tem como tema “Me. Unlimited”.

Veja o programa Aqui.

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Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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António Costa

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