Esta Passat é um hino ao espaço. E à economia diesel

A Volkswagen aprimorou aquela que é a sua carrinha familiar. Está mais atual, mantendo o espaço e conforto que sempre proporcionou. E está ainda mais económica, com um diesel novo.

Quando pensamos em consumos de combustível, o senso comum diz-nos que um carro maior gasta mais. E também que motores com mais cilindrada tendem a ser mais gulosos. Mas o senso comum falha muitas vezes… E a Passat Variant, nesta oitava geração, faz questão de o provar. Mesmo sendo uma carrinha capaz de levar toda a família e amigos, o novo motor diesel 2.0 garante uma viagem tranquila, com custos muito (mesmo muito) reduzidos.

Numa altura em que todos os fabricantes tentam apanhar a onda da eletrificação, apostando nos híbridos (nomeadamente nos plug-in, fiscalmente mais amigos da carteira das empresas), a Volkswagen não é exceção — além dos TSI, a gasolina, tem também o GTE, um híbrido. Mas não renega aos motores a gasóleo. E com este 2.0 TDI Evo, na versão de 150 cv, faz claramente o statement de que a “morte do diesel é manifestamente exagerada”. Este é um diesel assumidamente “amigo do ambiente”.

Recorrendo a um sistema de desativação variável de cilindros, este 2.0 é capaz de funcionar apenas com dois cilindros quando a pressão no pedal direito é suave, utilizando os restantes quando se solicita mais potência. Resultado: no dia-a-dia, responde com a suavidade que se lhe exige, mostrando a potência em estrada aberta, a caminho de umas boas férias. Tudo isto num conjunto bem equilibrado, ajudado pela caixa automática (DSG) e a direção precisa.

Em ambos os casos, os consumos assustam, mas no bom sentido. Não é de todo impossível ver no ecrã por detrás do volante números em torno dos 4l/100 km -. num automóvel deste tamanho, é obra! E isto mesmo sem recorrer ao modo de condução Eco, que apesar do nome continua a disponibilizar ao condutor potência suficiente. Não há aquele “travão” virtual que muitas vezes se sente nestas definições mais ecológicas.

Mesmo com velocidades mais elevadas, em autoestrada, a Passat consegue surpreender positivamente. Consumos baixos aumentam a autonomia de tal forma que não são raras as vezes em que vemos a indicação de que faltam mais de 1.000 km até termos de parar para abastecer.

Tecnologia por todo o lado

Esta nova Passat, que se distingue da anterior geração pela gelha mais larga, bem como pelos para-choques mais rasgados, e faróis LED, conta com outros três 2.0 TDI, com 120 cv, 190 cv e 240 cv, mas este Evo promete ser um best seller. Além do ar mais tech (e desportivo, na versão R Line), de toda a tecnologia debaixo do capot, posta ao serviço de baixas emissões e consumos, há ainda mais a bordo. O relógio analógico, no meio do tablier, desapareceu, tendo sido trocado pela designação do modelo, mas é o sistema de infoentretenimento que brilha.

Não há como não o ver, tal o tamanho do ecrã, ocupando grande parte da zona central do tablier – 9,2 polegadas. E nesta geração, o MIB3, que incorpora tanto a informação sobre o carro (incluindo os modos de condução), como o sistema de navegação, está sempre ligado a internet graças ao eSim. Mas o melhor mesmo é a conectividade com os smartphones que passa a ser feita sem fios. O Car Play, por exemplo, é automático.

Este ecrã destaca-se, mas o que está atrás do volante não lhe fica atrás, permitindo a personalização a gosto. Consegue-se pôr todo um mapa à frente dos olhos de quem vai com as mãos num volante redesenhado que traz outro nível de conforto. É um mimo de uma carrinha em que até os bancos foram melhorados a pensar nas horas que as famílias vao passar lá sentadas.

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António Costa

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