Banco de Inglaterra quer competências diversificadas na liderança das seguradoras

  • ECO Seguros
  • 11 Março 2020

As seguradoras cujos conselhos de administração reúnam membros com habilitações e experiências diversificadas reduzem o risco de pensamentos únicos, sustenta o banco central de Inglaterra.

O ‘pensar de grupo‘, figura que traduz confrontação de ideias no seio dos boards de companhias de seguro e de outras empresas de serviços financeiros resulta melhor num contexto que inclua e possa recolher contribuições de natureza diversificada.

Por isso, estas entidades “devem procurar um amplo conjunto de qualidades e competências ao recrutar para o órgão de gestão ou governo”, defende uma carta de quatro diretores executivos da Prudential Regulation Authority (PRA), o braço de regulação prudencial do Bank of England (BoE).

O cumprimento das regras que exigem que as empresas tenham uma política para melhorar a diversidade no topo não é “ainda universal”, afirmam os signatários do manifesto.

“Os presidentes (dos conselhos de administração) devem aproveitar esta oportunidade para se certificarem que a sua empresa atende aos requisitos da PRA e tomarem medidas corretivas onde e quando necessárias”, acrescentam.

A Lloyd’s de Londres, hub de referência do designado ‘London market’ de seguros, tem tentado melhorar a diversidade no mercado de seguros comerciais, um setor que emprega 45 mil pessoas.

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