AXA IM autonomiza gestão de ativos alternativos

  • ECO Seguros
  • 12 Março 2020

A ideia do grupo francês é garantir, com maior rapidez, as melhores rentabilidades para investimentos financeiros de seguradoras e fundos de pensões em ativos alternativos.

A designada AXA IM Alts vai combinar cerca de 137 mil milhões de euros de ativos sob gestão e será dirigida por Isabelle Scemama, até a agora diretora-geral da AXA IM Real Assets, contando ainda com uma força de vendas estimada de 70 comerciais.

A nova unidade operacional reúne numa única divisão a atividade de gestão de ativos imobiliários, dívida privada, crédito estruturado e a Chorus (plataforma de hedge funds). Com a reorganização anunciada, a AXA pretende responder com rapidez à procura crescente de ativos imobiliários e outros investimentos alternativos (como dívida privada) por parte de investidores ciosos de obter retorno no atual contexto de juros baixos.

A emergência da AXA IM Alts reorganiza a AXA Investment Managers (AXA IM) em duas unidades, contra quatro anteriormente, resultando um maior “dinamismo comercial” num mercado em que a AXA é forte (gestão de ativos alternativos) e onde é preciso agir rapidamente para responder às necessidades dos clientes, salienta Gerald Harlin, presidente executivo a AXA IM, citado no jornal Les Echos.

Seguradoras e fundos de pensões estão entre os interessados em ativos ‘alternativos’ que possam gerar as rentabilidades de que necessitam para cumprir responsabilidades financeiras. O objetivo da reorganização é, portanto, dar resposta à procura de ativos de investimento mais rentáveis por parte dos investidores institucionais.

Além da AXA IM Alts, a reorganização compreende uma segunda divisão (AXA IM Core), a qual reunirá as plataformas de investimento de renda fixa, Framlington Equities e Multi-Asset, reforçadas com a integração da Rosenberg Equities. A AXA IM Core terá como responsável Hans Stoter, igualmente uma realocação interna, e contará com mais de 500 profissionais e uma carteira de 536 mil milhões de euros em ativos sob gestão.

A reorganização estará operacionalizada no final do segundo trimestre de 2020, projeta a instituição.

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