Coronavírus: Vice-presidente do BCE defende “rendimento mínimo de emergência”

O ex-ministro da Economia espanhol prevê uma recessão económica devido ao coronavírus. Para Espanha, o vice do BCE defende a criação de um "rendimento mínimo de emergência".

O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) e ex-ministro da Economia espanhol prevê uma recessão económica na Europa devido ao surto de coronavírus, mas mantém a esperança de uma recuperação até ao final do ano, avança o 20minutos (conteúdo em espanhol). Para Espanha, Luis de Guindos defende a criação de um “rendimento mínimo de emergência” na tentativa de evitar uma crise social.

“Os dados do primeiro semestre serão muito negativos para a Zona Euro. A esperança é que tenhamos uma recuperação na segunda metade do ano”, disse o responsável do BCE, durante uma entrevista ao canal La Sexta, acrescentando que esta crise é diferente da crise de 2008 e que terá um impacto “muito intenso” na economia europeia.

Afirmando que o BCE está a “tentar impedir que se repita uma crise de dívida”, De Guindos disse que a instituição vai, este ano, “comprar ativos no valor de praticamente o PIB espanhol”. E aproveitando para falar de Espanha, o vice-presidente do BCE defendeu a criação de um “rendimento mínimo de emergência” no país vizinho “durante um período de transição” para evitar uma crise social.

“Acredito que o Estado deve agir durante esse período de transição para que não haja uma crise social. Isto vai durar semanas ou meses, mas não mais do que isso. Espero que todos atendamos às necessidades básicas da população espanhola, fundamentalmente a mais vulnerável”, afirmou.

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