Covid-19: Quase 48 mil mortos em todo o mundo

  • Lusa
  • 2 Abril 2020

A pandemia de covid-19 matou quase 48 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11h00, a partir de dados oficiais.

A pandemia de covid-19 matou quase 48 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11h00, a partir de dados oficiais. De acordo com a agência de notícias francesa, morreram 47.993 pessoas, foram diagnosticados mais de 944.030 casos de infeção pelo novo coronavírus, que provoca a doença covid-19.

Foram consideradas curadas pelo menos 182.700 pessoas. Itália, que registou a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, é o país com o maior número de mortes, 13.155 para 110.574 casos e 16.847 pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades.

Depois de Itália, os países mais afetados são Espanha com 10.003 mortes para 110.238 casos, os Estados Unidos com 5.137 mortes (216.721 casos), França com 4.032 mortes (56.989 casos) e China continental com 3.318 mortes (81.589 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, registou um total de 81.589 casos (35 novos entre quarta e hoje), incluindo 3.318 mortes (seis novas) e 76.408 curados.

Também os Estados Unidos estão a ser bastante afetados pela pandemia tendo sido registadas oficialmente 216.721 infeções, 5.137 mortes e 8.672 curados. Até às 19h00 de quarta-feira, a República Turca do Norte de Chipre (TRNC) anunciou as primeiras mortes relacionadas com o vírus.

A Europa totalizou, até às 11h00 desta quinta-feira, 34.574 mortes para 508.577 casos, os Estados Unidos e o Canadá 5.248 mortes (226.247 casos), Ásia 3.994 mortes (111.877 casos) e Médio Oriente 3.298 mortes (62.809 casos), América Latina e Caribe 615 mortes (22.157 casos), África 237 mortes (6.416 casos) e Oceânia 27 mortes (5.949 casos).

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

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