Subida da taxa de desemprego penaliza Wall Street. Bolsas recuam 1,5%

Os três principais índices norte-americanos registaram quedas acima de 1,5% face à subida da taxa de desemprego em março para 4,4% no país. S&P 500 cai 2% no acumulado da semana.

As bolsas dos EUA registaram quedas acima de 1,5% na última sessão da semana. A pressão vendedora instalou-se nos índices norte-americanos depois de se saber que a taxa de desemprego no país subiu de 3,5% em fevereiro para 4,4% em março, um dado que ainda não reflete os 6,6 milhões de pedidos de subsídios de desemprego registados em apenas sete dias.

O S&P 500 recuou 1,61%, para 2.486,12 pontos, tendo fechado a primeira semana de abril com uma desvalorização acumulada de 2,08%. O industrial Dow Jones perdeu 1,85%, para 21.016,94 pontos, e uma perda semanal de 2,7%. Já o tecnológico Nasdaq caiu 1,69%, para 7.360,92 pontos, tendo desvalorizado 1,72% no conjunto da semana.

Algumas das empresas tecnológicas contribuíram decisivamente para estas quedas. Os títulos da Apple cederam 1,38%, enquanto a Microsoft perdeu 0,96% e o Facebook caiu 2,48%. As perdas foram ainda mais expressivas entre as fabricantes de chips, com a AMD a derrapar 4,25% e a Nvidia a perder 4,52%.

Num dia também marcado pela reunião entre o presidente Donald Trump e responsáveis do setor do petróleo, o WTI ganha 13,47%, para 28,73 dólares o barril, o que ajudou as empresas do setor. Uma das maiores subidas foi registada pela Diamondback Energy, cujas ações ganharam 8,71%, para 31,58 dólares.

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