Revista de imprensa internacional

No Reino Unido, no primeiro trimestre a economia registou a maior quebra desde 2008. Na Alemanha, a Tui prepara-se para cortar 8.000 postos de trabalho.

No Reino Unido, no primeiro trimestre a economia registou a maior quebra desde 2008. Na Alemanha, a Tui prepara-se para cortar 8.000 postos de trabalho. Em Bruxelas, a Comissão Europeia vai divulgar esta quarta-feira as guidelines para o setor do turismo, mas o comissário europeu para a economia, Paolo Gentiloni, assegura que haverá férias na União Europeia este verão, mesmo com o vírus.

The Guardian

Economia britânica regista maior contração desde 2008

No primeiro trimestre deste ano, o PIB do Reino Unido caiu 2%, em termos homólogos, o que representa a maior queda desde o quarto trimestre de 2018 (crise financeira). Em relação ao trimestre anterior (em cadeia), o PIB encolheu 1,6%. Os dados divulgados pelo instituto de estatísticas britânico já captam os efeitos diretos da crise pandémica e a introdução de medidas de confinamento e distanciamento social para reduzir a transmissão do vírus. Isolando março, o mês em que a pandemia se instalou na Europa como o seu epicentro, o PIB afundou 5,8%, uma queda sem precedentes.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês).

CNBC

Tui corta 8.000 postos de trabalho

A empresa de turismo alemã, Tui, vai cortar 8.000 postos de trabalho para reduzir custos da estrutura em 30% numa altura em que o setor enfrentar dificuldades particulares por causa do coronavírus. “Sem dúvidas, esta é a maior crise que a indústria do turismo e a Tui alguma vez enfrentaram”, escreve a empresa no relatório financeiro intercalar, assinalando que depois desta experiência “o mundo será diferente assim como a Tui”. A aposta do grupo será na digitalização do negócio.

Leia a notícia completa na CNBC (acesso livre, conteúdo em inglês)

Financial Times

Trump ordena ao fundo federal de pensões que não invista em ações chinesas

O Presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou ao principal fundo de pensões do governo federal para não investir em empresas chinesas, considerando que estas representam um grave risco para a segurança nacional dos EUA. Robert O’Brien, conselheiro de segurança nacional dos EUA, e Larry Kudlow, conselheiro económico da Casa Branca, afirmaram que a utilização do índice MSCI All Country World ex-US Investable Market “exporia os fundos de pensões a um risco significativo e desnecessário”, uma vez que estariam a investir em empresas chinesas que colocam preocupações tanto de segurança nacional como humanitárias, operando em violação das sanções dos EUA. A intervenção da Casa Branca ocorreu numa altura em que a administração desse fundo preparava-se para mudar o investimento internacional do fundo para um índice que incluía empresas chinesas.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago, conteúdo em inglês).

Bloomberg

Facebook paga indemnização de 48 milhões de euros aos moderadores de conteúdos

O Facebook chegou a acordo num processo que envolve mais de dez mil moderadores de conteúdo que sofreram mazelas psicológicas por causa da constante exposição a situações perturbadoras. Em causa estão imagens ou vídeos relacionados com terrorismo ou o abuso de crianças. No total, a rede social vai pagar 48 milhões de euros (52 milhões de dólares) em indemnizações. Estes moderadores são responsáveis por eliminar as publicações que não respeitam as regras do Facebook.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso pago, conteúdo em inglês).

El País

“Vamos ter uma época turística de Verão este ano”, diz Paolo Gentiloni

O comissário europeu para os assuntos económicos, Paolo Gentiloni, está convicto que “vamos ter uma época turística de verão este ano”, apesar de reconhecer que não será uma época normal. O antigo primeiro-ministro italiano está confiante que até 60% da atividade pode ser salva, principalmente nos países mais afetados pelo Covid-19, como Espanha, por exemplo. Gentiloni defende igualmente a criação de um poderoso fundo europeu de recuperação e encoraja os países que precisam a pedirem acesso à nova linha de crédito do Mecanismo Europeu de Estabilidade. “Não deve haver distanciamento social neste caso… é melhor irmos juntos”, defende.

Leia a notícia completa no El País (acesso livre, conteúdo em espanhol).

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