Bruxelas espera livre circulação na UE reposta até final do mês

  • Lusa
  • 5 Junho 2020

A Comissão Europeia espera que o espaço de livre circulação dentro da União Europeia volte a ser uma realidade até ao final de junho.

A Comissão Europeia espera que o espaço de livre circulação dentro da União Europeia (UE) volte a ser uma realidade até ao final do corrente mês de junho, com a abertura de todas as fronteiras internas, disse esta sexta-feira a comissária dos Assuntos Internos.

“Acredito que regressaremos ao pleno funcionamento do espaço Schengen e livre circulação de cidadãos o mais tardar no final do mês de junho”, declarou Ylva Johansson, numa conferência de imprensa após uma videoconferência de ministros dos Assuntos Internos dos 27, na qual foi discutido o gradual levantamento das restrições de viagens impostas devido à pandemia.

Sobre a abertura das fronteiras externas da UE a cidadãos de países terceiros, verificou-se “um forte consenso” entre os 27 de que tal só deverá ocorrer uma vez concluído o processo de levantamentos das restrições nas fronteiras internas, pelo que a interdição de viagens “não indispensáveis” para a UE, em vigor desde 17 de março e até 15 de junho, deverá ser prolongada até final do mês, indicou a comissária sueca.

“Consideraremos o gradual levantamento de restrições de viagens «não indispensáveis» à UE em princípios de julho”, apontou Johansson. Sublinhando que muitos Estados-membros da UE já terão aberto as suas fronteiras internas em meados do corrente mês, a comissária insistiu na necessidade de coordenação entre os 27, tanto a nível das restrições nas fronteiras internas como externas, e adiantou que na próxima semana a Comissão Europeia adotará e apresentará uma comunicação com recomendações nesta matéria.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia já provocou mais de 387 mil mortos e infetou mais de 6,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios. Mais de 2,8 milhões de doentes foram considerados curados. A Europa soma mais de 181 mil mortos, entre mais de 2,2 milhões de casos.

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