Governo vai reforçar fiscalização nos centros comerciais de Lisboa e Vale do Tejo

Devido ao elevado número de casos de coronavírus que tem vindo a ser registado na região de Lisboa, o Governo vai apertar a fiscalização nos centros comerciais.

Uma semana depois de terem aberto portas, os centros comerciais de Lisboa e Vale do Tejo voltam a estar debaixo de fogo. Devido ao elevado número de casos de infeção que têm vindo a ser registados na capital, o Governo tomou medidas e vai apertar a fiscalização nos centros comerciais, nomeadamente no que diz respeito ao número de pessoas a circular dentro destes espaços.

“Relativamente aos centros comerciais, é necessário que tenham maior atenção — e vão ser mais fiscalizados — quer no controlo do número de entradas, para que sejam estritamente cumpridas as regras de presença de pessoas por metro quadrado, quer no controlo de circulação dentro dos centros comerciais”, disse António Costa esta segunda-feira, depois de se ter reunido com 15 autarcas da Área Metropolitana de Lisboa (AML).

De acordo com o primeiro-ministro, todos os centros comerciais “têm de ter circuitos de circulação unidirecional” e esses circuitos “têm de ser respeitados”, continuou, referindo que esta e outras medidas anunciadas na mesma conferência de imprensa entram em vigor à meia-noite de amanhã.

Desta reunião saiu um conjunto de medidas a aplicar na região de Lisboa e Vale do Tejo, devido ao elevado número de casos que continua a ser registado nesta zona do país. Entre as principais medidas, o Governo decidiu manter o estado de calamidade nas 15 freguesias da AML com um maior número de casos e encerrar os estabelecimentos dessas zonas às 20 horas.

(Notícia atualizada às 15h29 com mais informação)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Governo vai reforçar fiscalização nos centros comerciais de Lisboa e Vale do Tejo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião