Ar condicionado? E dinheiro? Risco de transmitir o vírus é “muito reduzido”

  • ECO
  • 20 Julho 2020

Numa altura em que o desconfinamento se intensifica, a Direção-Geral de Saúde atualizou as orientações sobre climatização dos espaços e métodos de pagamento. Risco é "muito reduzido".

À medida que as empresas regressam aos escritórios e as pessoas à rua, multiplicam-se as dúvidas sobre os comportamentos a tomar. Afinal, pode ou não manusear-se dinheiro? E, no trabalho, o ar condicionado aumenta o risco? A Direção-Geral de Saúde (DGS) atualizou esta segunda-feira as recomendações sobre os dois temas. Afinal, o risco é reduzido.

“A Direção-Geral da Saúde (DGS), à semelhança da OMS [Organização Mundial de Saúde] e do ECDC [Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças], tem acompanhado de perto a evolução do conhecimento científico desde que foram reportados os primeiros casos de Covid-19”, começa por dizer a entidade liderada por Graça Freitas.

Sublinha que tanto a OMS como o ECDC concordam que que a transmissão do novo coronavírus ocorre maioritariamente através de secreções e gotículas e do contacto próximo com pessoas infetadas, não excluindo a possibilidade de transmissão por aerossóis. Posição idêntica tem o ECDC.

Por isso, “o risco da utilização de sistemas AVAC (Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado) é considerado muito baixo desde que se cumpram as regras para uma utilização segura, nomeadamente a sua manutenção, de acordo com as indicações do fabricante, e a renovação do ar dos espaços fechados”.

Já no que diz respeito a manusear dinheiro vivo, “verifica-se também que o risco da utilização de moedas e notas é considerado muito baixo desde que se cumpram as regras de higienização das mãos”, acrescentou a DGS.

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