Resultados das tecnológicas ditam subida de 1,5% do Nasdaq

Wall Street abre a sessão a subir perante os sinais de recuperação da economia. O Nasdaq brilha e avança 1,44%, impulsionado pelos resultados das gigantes tecnológicas.

As bolsas norte-americanas arrancaram a última sessão da semana em terreno positivo, contrariando as perdas da sessão anterior. A puxar por Wall Street estão as ações de grandes empresas de tecnologia: Apple, Amazon, Alphabet e Facebook apresentaram resultados trimestrais robustos e acima do esperado, numa altura em que os efeitos da pandemia de Covid-19 têm sido derrubado as contas da generalidade das empresas.

O S&P 500 valoriza 0,54%, enquanto o industrial Dow Jones avança 0,17%. Mas a estrela desta sessão é mesmo o Nasdaq, que soma 1,44% para 10.739.86 pontos, beneficiando da reação aos lucros apresentados pelas empresas de tecnologia.

A Apple soma 6,44%, para 409,4 dólares, depois de ter surpreendido com crescentes vendas e lucros, desafiando as expectativas dos analistas. A faturação da fabricante do iPhone subiu 11%, para 60 mil milhões de dólares, e o lucro subiu 12%, para 11,3 mil milhões. A empresa anunciou também que vai realizar um stock split a 31 de agosto, em que cada ação será dividida em quatro, reduzindo assim o preço unitário.

Já a Amazon avança 4,29%, para 3.182,90 dólares, depois de ter registado o maior lucro trimestral da sua História (cerca de 5,2 mil milhões de dólares). Menos expressivos foram os resultados da dona da Google e do Facebook. Os lucros da Alphabet no trimestre caíram 30%, para cerca de sete mil milhões de dólares, enquanto as vendas trimestrais caíram pela primeira vez em 16 anos, devido ao arrefecimento do mercado publicitário. Ainda assim, a Alphabet cai 5,07%, para 1.460,36 dólares, enquanto os títulos do Facebook somam 7,22%, para 251,44 dólares.

Fora do setor tecnológico, os dados económicos continuam a condicionar as negociações nos mercados de capitais. O Departamento do Comércio dos EUA avançou que os gastos dos consumidores aumentaram em junho pelo segundo mês consecutivo, suscitando esperanças quanto à recuperação da maior economia do mundo para o terceiro trimestre. Segundo a Reuters, este é um aumento de 5,6% em junho, face ao “salto” de 8,5% em maio.

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