Foram colocados 28.500 professores. Listas nunca tinham saído na primeira quinzena de agosto

A um mês do início do ano letivo, estão publicadas no portal da DGAE as listas de colocação dos professores. É a primeira vez que esta publicação é feita na primeira quinzena de agosto.

Já estão publicadas as listas de colocação dos professores. O ano letivo 2020/2021 só arranca no próximo mês, mas a informação já está disponível no site da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE). De acordo com o Ministério da Educação, esta é a primeira vez que estas listas são conhecidas na primeira quinzena de agosto. No ano passado, a publicação foi feita a 16 de agosto.

“Pelo segundo ano consecutivo, o anúncio das listas a um mês do início do ano letivo permite aos docentes conhecerem mais cedo as suas colocações e terem mais tempo para se prepararem para o início das aulas e os agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas (AE/ENA) têm igualmente melhores condições para o arranque do ano letivo”, explica o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues, em comunicado. As listas dizem respeito aos docentes do quadro e aos docentes contratados.

No que diz respeito à mobilidade interna, foram distribuídos 1.650 horários completos e mais de 350 horários incompletos. Os demais 15.500 docentes do quadro mantiveram a colocação as escolas onde estiveram a trabalhar no ano anterior.

O Ministério da Educação detalha ainda que cerca de 200 professores ficaram em ausência de componente letiva, tendo sido colocados prioritariamente nas listas de recrutamento. No ano passado, 300 docentes tinham ficado nessa situação.

Quanto à contratação inicial, foram colocados 11.100 docentes, dos quais 7.650 em horários completos. Destes, cerca de 3.700 são renovações de contratos, sublinha o Governo, referindo que tal é um sinal de “uma maior estabilidade do sistema”. “Durante os últimos cinco anos, cerca de 9.000 professores vincularam aos quadros do Ministério da Educação, o que se reflete de forma determinante no reforço da estabilidade do corpo docente a lecionar nas escolas e uma paulatina e consistente renovação dos quadros”, acrescenta o Executivo.

Os docentes têm agora 48 horas (dois dias úteis) para aceitar, de modo eletrónico, a colocação e 72 horas para se apresentarem nos agrupamentos de escolas e nas escolas não agrupadas. “Contudo, os docentes que não o possam fazer presencialmente por motivo de férias, maternidade, doença ou outro motivo previsto na lei, podem comunicar esse facto ao AE/ENA até ao primeiro dia útil do mês de setembro”, alerta o Ministério da Educação.

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