Quem tem as maiores reservas de ouro do mundo? E quanto valem?

Os EUA continuam a ser o país com as maiores reservas de ouro, as quais valem mais de 500 mil milhões de dólares. Recentemente, há uma tendência nova relacionada com o ouro: os ETF.

Os Estados Unidos da América são o país com a maior reserva de ouro do mundo, de acordo com os últimos dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) relativos a julho deste ano. Os país lidera o ranking de longe, com mais do dobro do segundo classificado, a Alemanha. Portugal surge em décimo terceiro lugar.

O Tesouro norte-americano detém mais de 8 mil toneladas de ouro, mais do dobro da Alemanha (3,36 mil toneladas) e três vezes mais do que Itália ou França (2,4 mil toneladas cada). Em julho, esta reserva está avaliada em mais de 500 mil milhões de dólares, se considerada a marca histórica de 2.000 dólares por onça que o ouro atingiu no início de agosto.

A Rússia e a China detêm a quinta e sexta maior reserva de ouro do mundo, sendo que os chineses estão, neste momento, a minar ouro no país como mais ninguém no mundo, de acordo com o World Gold Council, ainda que a Austrália seja o país com a maior reserva deste metal. A expectativa é que os bancos centrais continuem a aumentar a exposição ao ouro, segundo o último inquérito realizado em maio, especialmente a Turquia e a Índia.

Há ainda uma instituição que tem um grande parte das reservas mundiais de ouro: o próprio Fundo Monetário Internacional, que tem mais de 2,8 mil toneladas do metal.

No mundo do ouro, que tem ganho mais destaque nos mercados por ser um ativo de refúgio em tempos de crise e de política monetária não convencional, é ainda de destacar o recente papel dos ETF (exchange traded funds) dedicados a ouro. Em julho, estes instrumentos de investimento registaram o oitavo mês consecutivo de reforços, tendo as posições em ETF de ouro atingindo um máximo histórico, segundo o World Gold Council.

De outro ponto de vista, também é de assinalar que a maior parte do ouro está em joias e não em reservas de bancos centrais e Estados ou em investimentos dos mercados financeiros.

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