Mais recordes em Wall Street com otimismo no tratamento da Covid-19

"Está toda a gente focada na mesma coisa: na erradicação do vírus", diz um analista em Wall Street, que arrancou a semana num novo máximo histórico perante otimismo na cura da doença.

A semana em Wall Street começou tal como tinha terminado a anterior: com o S&P 500 e o Nasdaq em alta e a pulverizarem recordes, depois de o regulador da saúde dos EUA ter aprovado o uso de plasma sanguíneo no tratamento de doentes com Covid-19 e com os investidores animados com notícia de que a administração Trump poderá criar uma “via rápida” para uma potencial vacina.

Os recordes surgem numa altura em que os republicanos se preparam para nomear, durante a Convenção Nacional Republicana, o Presidente Donald Trump para liderar o partido por mais quatro anos, dando início à corrida presidencial rumo às eleições de 3 de novembro.

É neste cenário que o S&P 500, o índice de referência mundial, abriu a somar 0,62% para 3.418,09 pontos, o nível mais elevado de sempre. Também o Nasdaq pisou terreno desconhecido ao ganhar 1,22% no arranque de sessão, cotando nos 11.449,25 pontos, um nível recorde. O industrial Dow Jones aproveitou a boleia e ganha 0,53%.

“Está toda a gente focada na mesma coisa: na erradicação do vírus, seja através de um tratamento ou, preferencialmente, através das vacinas”, referiu Thomas Hayes, da Great Hill Capital, citado pela Reuters.

“Isso será a chave para abrir a economia, porque todos os estímulos e liquidez estão já no terreno. Precisamos que as pessoas voltem à normalidade e que a economia mundial possa acelerar”, acrescentou.

A Apple está em destaque: ganha 2,95% e supera os 500 dólares por ação pela primeira vez (está nos 512 dólares), depois de ter sido a primeira cotada a superar a fasquia dos 2 biliões de dólares de valor de mercado na semana passada.

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