Governo promete versão preliminar do plano de recuperação pós-Covid para outubro

Fortalecer o Serviço Nacional de Saúde e realizar a transição climática são algumas das prioridades do plano de recuperação de Portugal.

O Governo quer que o plano de recuperação e resiliência de Portugal, um documento que irá contemplar as formas como o país pensa aplicar as verbas provenientes do Fundo de Recuperação da União Europeia, de resposta à pandemia, seja “dos primeiros a ser apresentado, discutido e aprovado”.

A versão provisória dos planos nacionais para aceder aos fundos europeus pode ser apresentada a partir de meados de outubro, sendo essa a altura em que o Executivo está a pensar apresentar a de Portugal, adiantou o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, em declarações transmitidas pela SIC Notícias. Já a versão final poderá ser entregue nos primeiros meses de 2021, acrescentou.

O processo para a realização desde plano começou com o pedido do Governo a António Costa Silva, para desenvolver uma visão estratégica. É esse documento, cuja versão final será apresentada na próxima semana, após a consulta pública, que o Governo irá utilizar “em diálogo com parceiros sociais e partidos políticos, para fazer o desenho das politicas e medidas em concreto que constarão do plano” de recuperação.

Santos Silva, em conjunto com o ministro do Planeamento e o secretário de Estado das Finanças, foram a Bruxelas para contactos para preparar este plano. “Quisemos dizer à Comissão Europeia que estamos a construir o plano em plena concordância com as prioridades estratégicas que a União Europeia decidiu, com as orientações para a recuperação económica que o Conselho Europeu aprovou e em concordância com as recomendações específicas dirigidas a Portugal”, explicou.

Entre as prioridades que irão definir o plano nacional encontra-se a resiliência, nomeadamente para “responder a algumas das vulnerabilidades sociais que a pandemia colocou em evidência e fortalecer sistemas sociais como Serviço Nacional de Saúde”, bem como a transição climática, “designadamente na componente energética, de mobilidade sustentável, eficiência energética e desenvolvimento das energias renováveis”, apontou.

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