AHRESP e Moneris criam programa de revitalização para travar insolvências na restauração e hotéis

O Programa de Revitalização de Empresas tem como objetivo evitar o enceramento de milhares de negócios. O programa está disponível para todas as empresas e vai desenvolver-se ao longo de três fases.

Quase 40% das empresas de restauração e bebidas e 16% dos negócios de alojamento turístico poderão entrar em insolvência. Para contrariar a tendência, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), em parceria com o grupo de contabilidade Moneris, lançou o Programa de Revitalização de Empresas (PRE) que envolve um acompanhamento desde o diagnóstico da situação ao plano de recuperação e ao modelo de recuperação.

“Este serviço, que já se encontra acessível às empresas, tem como objetivo disponibilizar um conjunto de ferramentas para as empresas que temem estar em risco de insolvência e na iminência de serem obrigadas a encerrar os respetivos negócios”, explica a associação em comunicado.

De acordo com a AHRESP, o Programa de Revitalização de Empresas pretende analisar a situação económica das empresas interessadas, apresentando-lhes um plano integrado que impeça o fim definitivo de milhares de negócios e a destruição de muitos milhares de postos de trabalho.

O PRE analisa a situação económica de cada empresa, apresentando um plano integrado com o objetivo último de permitir a viabilidade, evitar o encerramento e a destruição dos postos de trabalho. Este desenvolve-se ao longo de três fases:

  1. Diagnóstico: análise à situação atual da empresa e definição das principais linhas de ação a desenvolver para recuperar o negócio;
  2. Plano de recuperação: mediante o diagnóstico, a empresa tem a opção de avançar com a estruturação do plano de recuperação económico-financeiro, assim como das medidas e ações a concretizar.
  3. Modelo de recuperação: tal como para a fase 2, também esta etapa é opcional. Aqui chegados, desenvolvem-se os modelos de implementação de cada uma das medidas desenhadas na fase anterior, beneficiando a empresa de um acompanhamento dedicado e especializado.

A AHRESP e a Moneris acrescentam que o objetivo é que os gestores encontrem novas soluções para as suas atividades, modernizando formas de trabalho, modelos de comunicação e até de negócio.

O programa já está disponível em todo o território nacional (continente e regiões autónomas) e abrange todas as empresas da restauração e bebidas e do alojamento turístico. Os associados da AHRESP pagam apenas 50% do programa, que poderá assim custar entre 2.280 euros para microempresas e 3.360 euros para médias empresas. Ou seja, não associados poderão pagar entre 4.560 euros e 6.720 euros.

Fonte: AHRESP

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