Empresas têm até 25 de novembro para entregar planos para a igualdade relativos a 2021

  • Lusa
  • 15 Setembro 2020

Governo decidiu dar mais 60 dias às empresas para entregarem os planos para a igualdade relativos a 2021 tendo em conta o contexto de pandemia.

O Governo decidiu dar mais 60 dias às empresas para entregarem os planos para a igualdade relativos a 2021, podendo fazê-lo até 25 de novembro, segundo indicou hoje o gabinete da ministra de Estado e da Presidência.

“Neste contexto de excecionalidade, foi decidido prorrogar por 60 dias, até 25 de novembro de 2020, o termo do prazo para as empresas cotadas e as entidades do setor empresarial do Estado e do setor empresarial local comunicarem os respetivos planos para a igualdade relativos a 2021”, refere um comunicado do gabinete da ministra Mariana Vieira da Silva.

Esta medida vem juntar-se a outras em matéria de flexibilização de prazos e de cumprimento de obrigações fiscais, contributivas e administrativas, tendo em conta o atual contexto pandémico. Foi neste contexto que o Governo também decidiu prorrogar até 31 de outubro de 2020 o prazo de entrega do Relatório Único.

O comunicado da ministra da Presidência acentua, no caso dos planos para a igualdade, que se trata de “instrumentos fundamentais para a gestão estratégica, transformação e modernização das empresas, assentes na garantia de uma igualdade efetiva entre mulheres e homens em dimensões como o acesso ao emprego, condições de trabalho, remuneração, proteção na parentalidade e conciliação da atividade profissional, pessoal e familiar”.

Ao alargamento do prazo irá juntar-se a ferramenta digital que está a ser desenvolvida pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego (CITE) com o objetivo de apoiar as empresas na elaboração dos planos para a igualdade.

A nova ferramenta ficará entretanto disponível e acessível no site da CITE.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Empresas têm até 25 de novembro para entregar planos para a igualdade relativos a 2021

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião