Secretário de Estado dos EUA visita Portugal com 5G e retoma na agenda 

Encontro com oito governos europeus acontece numa altura em que a administração de Donald Trump tem pressionado a UE a limitar ligações com tecnológicas chinesas.

O subsecretário de Estado dos EUA Keith Krach iniciou esta segunda-feira uma visita de Estado à Europa que passa por Portugal. O governante norte-americano vai encontrar-se com membros do Governo, bem como CEO de empresas-chave para discutir temas como o 5G, a retoma da economia ou parcerias entre EUA e Europa.

“O subsecretário de Estado para o Crescimento Económico, Energia e Ambiente Keith Krach vai viajar para o Luxemburgo, Estónia, Alemanha, Áustria, Bélgica, Portugal, Espanha e Albânia entre 21 de setembro e 4 de outubro“, explica a Administração liderada por Donald Trump, em comunicado.

Durante a viagem, “vai encontrar-se com responsáveis dos governos de cada país, bem como da União Europeia e NATO e CEO do setor privado para discutir o [programa tecnológico norte-americano] The Clean Network, segurança do 5G, e os nossos objetivos comuns ao nível da economia e da segurança nacional, incluindo proteção de dados e propriedade intelectual”, acrescenta.

A tecnologia será, assim, o tema central da visita, numa altura em que os EUA têm pressionado a União Europeia para a banir totalmente empresas chinesas como a Huawei, por receio de que a tecnologia seja um veículo de espionagem ao serviço de Xi Jinping.

Ainda em fevereiro também o vice-secretário adjunto de cibersegurança dos EUA, Robert Strayer, ter visitado Lisboa. Na altura, o representante norte-americano pediu aos países da União Europeia para não usarem equipamentos comercializados pela chinesa Huawei.

A visita acontece igualmente menos de um mês depois de os EUA terem colocado a China Three Gorges — o maior acionista da EDP com 21,55% do capital — na chamada “lista negra” do governo norte-americano. Esta lista, publicada e atualizada de forma regular pelo Ministério da Defesa americano, inclui dezenas de empresas que são consideradas “companhias militares comunistas chinesas”.

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