Vendas a retalho dão ânimo a Wall Street

A subida acima do esperado das vendas a retalho em setembro deu um impulso à negociação bolsista nos Estados Unidos.

O Dow Jones e o S&P 500 valorizaram esta sexta-feira, após três sessões de quedas, enquanto o Nasdaq continuou em terreno negativo. O sentimento entre os investidores foi globalmente positivo por causa da subida acima do esperado das vendas a retalho em setembro, um sinal positivo para a recuperação da economia.

Os três principais índices bolsistas norte-americanos estiveram a valorizar em grande parte da sessão, mas o tecnológico Nasdaq cedeu na reta final por causa das perdas registadas entre as maiores tecnológicas do mundo.

O Dow Jones subiu 0,39% para os 28.606,31 pontos e o S&P 500 valorizou 0,01% para os 3.483,81 pontos. Já o Nasdaq desvalorizou 0,36% para os 11.671,56 pontos, acumulando quatro sessões consecutivas de perdas.

Nesta sessão o foco esteve nas vendas a retalho nos EUA que subiram 1,9% em setembro, superando as estimativas dos analistas que esperavam uma recuperação mais modesta deste segmento. Mais perto do final da negociação, o departamento do Tesouro divulgou os números do saldo orçamental em 2020: os EUA registaram o maior défice desde a Segunda Guerra Mundial, um total de 3,1 biliões de dólares, o equivalente a 16% do PIB.

Entre as cotadas, o destaque esteve na Pfizer que valorizou quase 4% esta sexta-feira depois de ter dito que irá pedir o uso de emergência da sua vacina contra a Covid-19 assim que atingir certos níveis de segurança, os quais espera alcançar no final de novembro.

Os títulos da Boeing, fabricante norte-americana de aviões, valorizaram quase 2% na sequência da decisão do regulador europeu da aviação que disse que o modelo 737 Max é seguro para voar novamente.

Já as ações da Amazon desceram quase 2% após terem sido relatadas algumas preocupações com as vendas online da empresa no evento Prime Day.

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