Número de beneficiários do subsídio por doença sobe quase 5%

Cresceu 4,8% o universo de beneficiários do subsídio por doença, em setembro. Face ao período homólogo, o salto foi de 19,3%.

Em setembro, mês em que se registou um aumento mensal recorde de casos de infeção por Covid-19, subiu em quase 5% o número de beneficiários do subsídio por doença. Isto face ao mês anterior e de acordo com a síntese estatística divulgada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

“O número de subsídios por doença registou, em setembro de 2020, um acréscimo mensal de 4,8% (mais 7.937), o que resulta num total de 175.002 subsídios“, adianta o GEP, referindo que estão incluídas nesse valor também as baixas dos doentes com Covid-19 e as baixas por isolamento profilático.

Face ao período homólogo, o salto foi ainda mais acentuado: 19,3% ou mais 28.358 pessoas do que em setembro de 2019.

O GEP separa os subsídios atribuídos em dois grandes grupos. O grupo relativo à “tuberculose e isolamento profilático por Covid-19” verificou uma subida de 6% face a agosto, tendo visto subir o total para 17.509 beneficiários. Já o grupo relativo às “outras doenças” registou um aumento de 5%, o que resultou em mais 7.884 beneficiários do que em agosto, totalizando 159.421.

Setembro foi, de resto, o mês em que o Executivo de António Costa fez publicar em Diário da República o diploma que estabelece, tal como estava previsto no Orçamento Suplementar para 2020, que os doentes com Covid-19 têm direito a receber 100% da remuneração de referência como subsídio por doença, nos primeiros 28 dias em que estejam de baixa. O ECO questionou o gabinete de Ana Mendes Godinho sobre a aplicação prática desta medida, mas ainda não obteve resposta.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Número de beneficiários do subsídio por doença sobe quase 5%

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião