Fafe declara estado de emergência devido à “rapidez” da propagação do coronavírus

  • Lusa
  • 29 Outubro 2020

Concelho de Fafe declara estado de emergência municipal devido à “evolução grande” do número de infetados com o novo coronavírus e à “rapidez” da propagação, anuncia a autarquia.

O concelho de Fafe está em estado de emergência municipal devido à “evolução grande” do número de infetados com o novo coronavírus e à “rapidez” da propagação, anunciou o presidente da Câmara.

Em vídeo publicado nas redes sociais daquele município do distrito de Braga, o autarca Raul Cunha referiu que o concelho registou um aumento de 195 casos nos últimos sete dias, ascendendo agora a 567 o número de casos acumulados desde o início da pandemia.

Segundo Raul Cunha, Fafe está em 20.º lugar na lista dos municípios da região Norte com maior taxa de progressão da Covid-19.

Nunca tivemos, desde o início da pandemia, uma situação como a que estamos a viver”, sublinhou.

Na quarta-feira, a Comissão Municipal de Proteção Civil reuniu e decidiu declarar o estado municipal de emergência.

Decorrente desta nova realidade, os cemitérios do concelho já não vão abrir nos dias no fim de semana e na segunda-feira, ao contrário do que estava inicialmente previsto.

Raul Cunha disse que é necessário impedir a aglomeração de pessoas, considerando que este tem sido o principal fator de contágio.

Por isso, acrescentou, haverá aumento da fiscalização policial nas ruas.

A partir de agora, a Comissão Municipal de Proteção Civil começará a estar em “contacto permanente” para avaliar a evolução da situação e tomar, “com tranquilidade e rigor, as medidas que se vierem a revelar necessárias”.

“Sem nenhum alarmismo, mas com prudência”, acentuou.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 44 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.395 pessoas dos 128.392 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Fafe declara estado de emergência devido à “rapidez” da propagação do coronavírus

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião