Confiança dos consumidores aumenta, mas continua abaixo dos níveis pré-pandemia

  • Lusa e ECO
  • 29 Outubro 2020

"O indicador de clima económico continuou a aumentar, de forma mais moderada nos últimos dois meses", detalha o INE.

Em outubro, a confiança dos consumidores portugueses aumentou, retomando a trajetória de recuperação que tinha sido iniciada em julho. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), apesar desse reforço, este indicador ainda está “significativamente abaixo dos níveis pré-pandemia”.

O INE explica, esta quinta-feira, que este aumento da confiança dos consumidores fica a dever-se às perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país, da situação financeira do agregado familiar e da realização de compras importantes e opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar.

O indicador de clima económico continuou a aumentar, de forma mais moderada nos últimos dois meses”, acrescenta-se também na nota estatística divulgada, esta quarta-feira.

É ainda detalhado que, em outubro, os indicadores de confiança subiram na construção e obras públicas, no comércio e nos serviços, mas estabilizaram na indústria transformadora.

Tendência em alta de sentimento económico interrompida

A tendência em alta apresentada desde maio pelo sentimento económico na Zona Euro e na União Europeia (UE) foi interrompida em outubro, com o indicador a manter-se estável em ambas, face a setembro, segundo a Comissão Europeia.

De acordo com dados divulgados esta quinta-feira pela Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Monetários da Comissão Europeia, o indicador do sentimento económico manteve-se estável, em outubro, nos 90,9 pontos da Zona Euro e nos 90,0 pontos na UE, face a setembro, interrompendo a tendência em alta registada desde maio nas duas zonas.

Considerando as cinco maiores economias da Zona Euro, o sentimento económico avançou na Alemanha (1,5 pontos), Itália (1,2) e recuou em França (-4,5), na Holanda (-2,2) e ligeiramente em Espanha (-0,2 pontos).

Por outro lado, o indicador das expectativas de emprego recuou, em outubro, 1,8 pontos para os 89,8 na zona euro e 1,2 pontos para os 90,4 na UE, invertendo a tendência de crescimento que registava desde maio.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Confiança dos consumidores aumenta, mas continua abaixo dos níveis pré-pandemia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião