Bolsas europeias em alta e juros da dívida portuguesa em mínimos à espera das eleições nos EUA

As bolsas europeias fecharam em alta e os juros da dívida portuguesa de longo prazo tocam mínimos históricos. Investidores estão atentos à espera do resultado das eleições nos EUA.

As bolsas europeias fecharam em forte alta e a bolsa portuguesa registou ganhos moderados, no dia em que os eleitores norte-americanos vão às urnas escolher o próximo presidente dos EUA. Com mais de 90 milhões de votos já enviados por correspondência, os mercados estão a percecionar um menor risco na disputa eleitoral, o que puxou pelo preço das ações do Velho Continente e atirou mesmo os juros da dívida portuguesa a 30 anos para perto de um novo mínimo histórico.

Nos mercados acionistas, o Stoxx 600 ganhou 2,3%, enquanto o alemão DAX subiu 2,5%, o francês CAC-40 somou 2,4% e o espanhol IBEX avançou 1,5%. Na praça nacional os ganhos foram menos expressivos, com o PSI-20 a somar 0,76%, para 4.049,65 pontos, alavancado na valorização da família EDP.

Concretamente, a casa-mãe somou 1,15%, para 4,314 euros, enquanto os títulos da EDP Renováveis avançaram 3,45%, para 16,78 euros. A empresa de energia renovável foi mesmo o melhor desempenho da sessão.

A puxar por Lisboa esteve ainda a subida de 0,91% das ações do BCP. O banco liderado por Miguel Maya está a cotar em 7,75 cêntimos, enquanto a Galp Energia recuperou 0,71% nesta sessão para 7,348 euros por ação.

No mercado obrigacionista, o juro da dívida portuguesa benchmark, ou seja, a dez anos tocou o mínimo histórico de 0,079%, a acompanhar a tendência internacional. As yields das obrigações da Zona Euro recuam de forma generalizada, enquanto as Treasuries norte-americanas agravam o juro.

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