Compras com cartão caem em novembro. Uso de MB Way dispara

Consumidores procuram menos ir às lojas e mais fazer compras a partir de casa. É em supermercado e farmácias que mais gastam.

O teletrabalho e as medidas mais restritivas implementadas desde o início do mês levaram os consumidores em Portugal a fazerem menos compras com cartão e mais online. O MB Way disparou nas formas de pagamento em novembro, revelam dados da SIBS.

“Depois de uma ligeira recuperação nos níveis de consumo em Portugal nos meses de verão e no último mês de outubro, a primeira quinzena de novembro volta a registar uma quebra nas compras físicas na rede Multibanco”, explica. A diminuição foi de 12% face aos primeiros 15 dias do mês de novembro de 2019. Já no que se refere às compras online, para o mesmo período, verifica-se, em comparação com o ano passado, um crescimento de 32%.

Mas foi o MB Way a destacar-se tanto nas compras online quer nas compras físicas, “assumindo-se como um dos métodos de pagamento preferidos dos portugueses, pela sua conveniência e segurança”, diz a SIBS. Considerando tanto compras online como físicas, o aumento da utilização deste serviço foi superior a 300%.

Fonte: SIBS Analytics

Consumidores gastam metade do dinheiro em comida e medicamentos

Os estados de emergência têm determinado os hábitos de consumo. Março e abril assistiram a uma quebra do consumo em loja superior a 30%, seguida de uma recuperação em maio e junho. Em novembro, com o regresso de medidas restritivas, houve uma nova descida, de 10%. As compras online seguiram a tendência inversa. O valor médio das compras registado nas duas primeiras semanas de novembro foi de 36,20 euros em loja e de 34,40 euros online.

Ao longo de todo o ano, os setores de Super & Hipermercados, Pequena distribuição alimentar, Farmácias e Parafarmácias têm tido um forte peso nas despesas: chegaram a representar, no período de maior confinamento, 60% do total das compras. Situam-se agora em 49% do total das compras, ainda 5 pontos percentuais acima de janeiro e fevereiro.

Já nas compras online, os setores do Entretenimento, Cultura e Subscrições, Comércio Alimentar & Retalho, Restauração, Food Delivery e Take Away representaram uma grande fatia das transações, correspondendo neste momento a 40% do total de compras. Esta significa um crescimento de 12 pontos percentuais face ao início do ano.

Fonte: SIBS Analytics

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Compras com cartão caem em novembro. Uso de MB Way dispara

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião