Há 6.489 novos casos de Covid-19. Morreram 61 pessoas

Nas últimas 24 horas, foram identificados 6.489 novos casos de Covid-19 em Portugal. O número total de pessoas infetadas sobe para 249.498.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) identificou 6.489 novos casos de infeção por Covid-19 em Portugal, elevando para 249.498 o número de infetados desde o início da pandemia. Trata-se de uma subida diária de 2,67%. O número total de vítimas mortais subiu para 3.762 após terem sido registadas mais 61 mortes nas últimas 24 horas.

Há agora 82.736 pessoas (casos ativos) a lutarem contra a doença, mais 1.352 pessoas do que no balanço anterior. Tal como tem sido a tendência verificada nos últimos dias, a maioria dos novos casos foi registada na região Norte. Dos 6.489 novos casos confirmados nas últimas 24 horas, 3.630 localizam-se nesta região (cerca de 56%), seguidos pela região de Lisboa e Vale do Tejo, que contabilizou 1.805 novas infeções (cerca de 28%).

Boletim epidemiológico de 20 de novembro:

O Norte continua a ser a região com mais casos até ao momento (128.202 casos de infeção e 1.759 mortes), seguindo-se de Lisboa e Vale do Tejo (86.605 casos e 1.378 mortes), do Centro (23.720 casos e 478 mortes), do Alentejo (4.960 casos e 89 mortes) e do Algarve (4.549 casos e 41 mortes). Nas ilhas, os Açores registam 713 casos e 15 mortos, enquanto a Madeira tem 749 pessoas infetadas e duas vítimas mortais.

Quanto à caracterização clínica, a maioria dos infetados está a recuperar em casa, sendo que 3.079 estão internados (mais 62 face ao dia anterior), dos quais 481 em unidades de cuidados intensivos (mais 23), um novo máximo. Há ainda 80.409 pessoas sob vigilância das autoridades de saúde, ou seja, mais 312 do que no balanço de quinta-feira.

Os dados revelados pelas autoridades de saúde dão ainda conta de mais 5.076 recuperados, um número ligeiramente superior relativamente ao último balanço. No total, 163 mil pessoas recuperaram da doença.

SNS reforça testagem e faz acordos com privados

Tanto os números de casos como de mortos estão próximos de máximos, colocando pressão sobre o Sistema Nacional de Saúde (SNS). O secretário de Estado Adjunto e da Saúde António Lacerda Sales anunciou, na conferência de imprensa habitual das autoridades de saúde, anunciou que estão a ser negociados mais acordos com hospitais privados.

Em simultâneo, Portugal quer também reforçar a capacidade de testagem, nomeadamente através de testes antígeno (os chamados testes rápidos), tendo feito uma reserva de mais 7,5 milhões de testes que espera que cheguem no início do próximo ano. “Os testes rápidos antigénio são uma ferramenta espantosa e fundamental“, concordou o presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), Fernando Almeida.

O Parlamento deu esta sexta-feira “luz verde” à renovação do estado de emergência por mais 15 dias, depois de o Presidente da República o ter proposto. As medidas exatas deste novo estado de emergência só serão conhecidas este sábado, mas o secretário de Estado avança já que há medidas tomadas em março que não se esperem que regressem: é o caso das cercas sanitárias e do fecho das escolas.

Apesar de haver 477 surtos ativos em escolas de todo país, “não nos parece que as escolas sejam um foco de grande intensidade, a questão das escolas está a correr bem”, disse Larceda Sales. Da mesma forma, acrescentou que “não se consideram para já cercas sanitárias”.

(Notícia atualizada às 15h15)

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