Atividade económica manteve quebra no final de janeiro com o confinamento mais rigoroso

Na segunda semana do confinamento, quando as restrições tinham já sido apertadas, a atividade económica voltou a cair, face ao ano passado.

O indicador que mede a atividade económica no país diariamente voltou a cair nos últimos dias de janeiro, altura em que estava já em vigor o confinamento mais rigoroso. O recuo face ao ano anterior foi semelhante àquele verificado na semana anterior, sinaliza o relatório divulgado esta quinta-feira pelo Banco de Portugal.

Durante a última semana de janeiro, este indicador, que é atualizado uma vez por semana, “registou uma queda homóloga semelhante à observada na semana anterior”, aponta o banco central, no relatório.

O país entrou em confinamento geral a meio do mês, a 15 de janeiro, uma medida tomada face ao aumento de novos casos, hospitalizações e mortes devido à Covid-19.

As medidas foram semelhantes ao confinamento de março, mas inicialmente foram mantidas as escolas abertas. O Governo acabou, no entanto, por recuar nesta decisão, decretando o fecho das escolas a partir de dia 22 de janeiro perante o aumento da incidência da variante britânica do vírus.

Além do fecho das escolas, as restrições foram também apertadas apenas dias depois de entrarem em vigor. Esta última semana do mês já foi, assim, marcada por um confinamento mais rigoroso, tendo e economia mantido a mesma tendência que na semana anterior.

Este indicador cobre várias dimensões da atividade económica, medindo variáveis diárias como o tráfego rodoviário de veículos comerciais pesados nas autoestradas, consumo de eletricidade e de gás natural, carga e correio desembarcados nos aeroportos nacionais e compras efetuadas com cartões em Portugal por residentes e não residentes.

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