Wall Street retoma queda sob pressão da Apple e da Tesla

As bolsas norte-americanas voltaram a cair, com a Apple e a Tesla a castigarem os índices. Juros das obrigações estabilizaram.

Wall Street voltou às quedas, sucumbindo à desvalorização da Apple e da Tesla. Apesar da estabilização no mercado da dívida soberana, os índices voltaram a registar quedas expressivas, naquilo que está a ser visto como uma viragem de foco dos investidores de setores que cresceram mais com a pandemia para outros que poderão beneficiar mais com a recuperação económica.

O S&P 500 caiu 0,73%, para 3.873,19 pontos: o industrial Dow Jones recuou 0,39%, para 31.414,05 pontos; o tecnológico Nasdaq perdeu 1,61%, para 13.370,06 pontos.

A Apple e a Tesla foram as cotadas que mais pesaram nos índices. A fabricante do iPhone viu as suas ações desvalorizarem 2,05%, para 125,17 dólares, enquanto a fabricante de automóveis elétricos fez marcha atrás e perdeu 4,48%. Os títulos estão a cotar a 686,22 dólares.

“Parte disto é só porque a tecnologia subiu muito no ano passado, e se as taxas de juro estão a aumentar, então o valor dos cash flows futuros é diminuído”, explicou à Reuters Tom Hainlin, estratega global do norte-americano Bank Wealth Management.

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