Os portugueses, um holandês e o hidrogénio em Sinespremium

O Resilient Group esteve até ao fim no consórcio com a EDP e a Galp para o hidrogénio em Sines, mas avançou com uma proposta autónoma na 25ª hora. Para o Governo, a mudança é irrelevante.

Meia-noite de 17 de julho de 2020. Este foi o deadlinedado pelo Governo para as empresas apresentarem as suas manifestações de interesse para integrar uma candidatura portuguesa ao estatuto IPCEI – Projeto Importante de Interesse Europeu Comum para o Hidrogénio junto de Bruxelas. Mas às 11h39 dessa sexta-feira, 17 de julho(a cerca de 12 horas de terminar o prazo), o empresário holandês Marc Rechter, CEO do Resilient Group, enviou um e-mail a informar a EDP, a Galp e as restantes empresas que, afinal, não assinaria o Memorando de Entendimento do lado português, mantendo-se apenas no projeto no lote das empresas holandesas (ABN AMRO, Vopak, Shell, Gasunie, entre outras). O consórcio mudou, mas para o Governo a mudança de consórcio é irrelevante. " Se o Resilient Group integra ou deixou de

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